MinC reforça parceria entre as áreas de cultura e turismo.

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default”][vc_column_text]27.09.2017

No dia internacional do Turismo, comemorado nesta quarta-feira (27), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou da abertura da 45ª Expo Internacional da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), em São Paulo. O prefeito de São Paulo, João Doria, e os presidentes da Abav, Edmar Bull e da Embratur, Vinícius Lummertz, também participaram do evento.
O ministro defendeu a integração natural entre os setores da cultura e do turismo, uma vez que uma das principais motivações de viagem é conhecer a cultura de um país, seus signos e símbolos, o modo de ser de seus povos. Nesse sentido, Sá Leitão ressaltou a importância do calendário de eventos Rio de Janeiro a Janeiro, lançado no último domingo, dia 24 de setembro.
O calendário é fruto da parceria entre os governos federal, estadual e municipal, e a iniciativa privada. O objetivo da iniciativa é potencializar eventos culturais, esportivos e turísticos e maximizar o impacto sobre a economia não só do Rio, mas do Brasil, já que a cidade é a principal porta de entrada de turistas do País.
“Estamos trazendo para o Governo Federal o que já é a realidade. Temos muito a fazer juntos, com ações e iniciativas que vão favorecer essas vocações econômicas do Brasil: o turismo e a economia criativa”, disse o ministro. Com a expansão de eventos tradicionais e viabilização de novos projetos é possível atrair investimentos e turistas, criando oportunidades de emprego e renda no estado e na cidade do Rio de Janeiro. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, um aumento de 20% do turismo seria capaz de injetar R$ 6,1 bilhões na economia do estado.
A agenda do programa Rio de Janeiro a Janeiro começa com a festa de Réveillon de Copacabana e segue durante todo o ano, passando pelo Carnaval – com desfiles das escolas de samba e blocos de rua – e demais atividades culturais, turísticas e esportistas.

Relevância econômica

Os setores cultural e turístico estão entre as 10 maiores atividades econômicas do País, sendo responsáveis por 2,64% e 3,2% do PIB nacional, respectivamente. O ministro do Turismo, Marx Beltrão, falou sobre a importância da parceria com o Ministério da Cultura e ressaltou o potencial dos setores para o avanço do Brasil.

Lançamento de selos

Durante a cerimônia de abertura da feira, ainda foram lançados, em parceria com os Correios, selos comemorativos que estampam paisagens turísticas das cinco regiões do Brasil. A série de selos América traz as paisagens de Monte Roraima (RR); Maragogi (AL), Chapada dos Veadeiros (GO), Armação de Búzios (RJ) e Cataratas do Iguaçu (PR).

Leia a íntegra do discurso do ministro Sérgio Sá Leitão durante a cerimônia de abertura da 45ª Expo Internacional da ABAV:

“Bom dia a todos e a todas,
Gostaria muito de agradecer o convite para estar aqui com vocês, agradecer aos nossos queridos anfitriões, a Magda Nassar e o Edmar Bull. Gostaria também de saudar todos que estão na mesa e faço isso em pessoa do meu querido colega, o Ministro Marx Beltrão, do Turismo. Vocês sabem que turismo e cultura são atividades não apenas complementares, são atividades que estão naturalmente integradas.
Uma boa parte da motivação que as pessoas têm para fazer turismo, para conhecer novos lugares, cidades, países, é buscar a cultura desses lugares, buscar o conjunto de valores, de princípios, de signos, de modos de ser, de estar e a própria criação cultural e a vivência comportamental das pessoas, dos povos desses lugares. Então, é absolutamente natural que a cultura e o turismo estejam juntos.
No governo federal, não estamos fazendo nada mais do que trazer para o governo isso que já é uma realidade no dia a dia das pessoas, no dia a dia de vocês que trabalham com o “trade” de turismo. Cultura e turismo tem que andar juntos, tem que se integrar, tem que ter ações coordenadas e vamos fazer isso, na verdade já estamos fazendo isso no âmbito do governo federal por meio desse diálogo, dessa parceria, dessa troca, dessa combinação, desse entendimento entre o Ministério do Turismo e a Embratur e o Ministério da Cultura e as suas instituições.
Temos muitas coisas para fazer juntos e penso que essas ações, essas iniciativas, vão beneficiar muito o “trade” de turismo e o conjunto da sociedade brasileira. Uma dessas ações vocês viram,  o vídeo que foi apresentado aqui, foi exatamente esse programa: Rio de Janeiro a Janeiro. Eu gostaria de aproveitar esse momento, essa oportunidade, para falar um pouco desse programa aqui para vocês e também, exortá-los, convidá-los, estimulá-los a se engajar nesse programa.
 
É fundamental que o setor de turismo, que as agências de viagens, que os agentes de turismo, que as companhias aéreas, enfim, todos que trabalham no setor de turismo, se apropriem desse programa, dessa iniciativa, desse calendário Rio de Janeiro a Janeiro. Incorporem esses eventos que estão sendo apoiados e promovidos por meio dessa iniciativa nas suas atividades, de maneira que nós possamos verdadeiramente potencializar, maximizar o efeito desses eventos sobre o turismo e sobre a economia, não apenas do Rio de Janeiro, mas do Brasil.
Tudo o que acontece no Rio reverbera positiva ou negativamente sobre o conjunto do País. Estamos falando da principal porta de entrada dos turistas no nosso país, dos turistas de fora, estamos falando também do segundo maior PIB anual do País. Se o Rio compra menos, diminui seu poder de consumo, obviamente isso prejudica o conjunto da economia brasileira e por aí vai. Então, faz todo o sentido que o governo federal estabeleça essa parceria com o governo do estado com a prefeitura da capital, mas também com as prefeituras das demais cidades, no sentido de promover articuladamente, integradamente, duas das principais vocações econômicas e sociais do Rio de Janeiro e, por que não, meus amigos, do Brasil? Eu me refiro obviamente ao turismo e à economia criativa.
Se pensarmos no País como um todo, como foi dito aqui, temos aí a contribuição do turismo para o PIB do Brasil da ordem de 3,7% e uma contribuição dos conjuntos das atividades que compõem o campo da economia criativa da ordem de 2,64%. Mesmo sendo paradas, essas duas atividades, esses dois setores, estão entre as 10 maiores atividades econômicas do nosso país, com peso econômico maior do que atividades econômicas tradicionais que muitas vezes são mais reconhecidas e mais apoiadas inclusive pelo poder público. Me refiro, por exemplo, à indústria de eletroeletrônicos, à indústria têxtil, à indústria farmacêutica… São setores que tem um peso econômico inferior ao que o turismo e a economia criativa têm no Brasil; são duas grandes vocações do nosso País e são duas grandes vocações do Rio de Janeiro. No caso do estado do Rio, o PIB do turismo é 4% e o PIB da economia criativa é 3,9% – estamos falando de duas atividades entre as cinco maiores atividades econômicas do estado do Rio de Janeiro.
É fundamental, portanto, essa exortação que eu gostaria de fazer a vocês, que o setor de turismo abrace o Rio de Janeiro a Janeiro e se aproveite dele ao máximo. No que consiste exatamente esse programa? Nós formamos, no âmbito do governo federal, um grupo de trabalho com o Ministério do Turismo, com a Embratur, com o Ministério do Esporte, e a maioria do trabalho é coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República. O governo federal, como vocês sabem, está ajudando, apoiando o estado do Rio de Janeiro com três linhas de ação: uma linha é o reforço da segurança pública, a outra linha é a recuperação fiscal do estado e a terceira linha, é justamente a linha de geração de emprego e renda, de desenvolvimento para que o estado do Rio possa sair da crise e, com isso, contagiar positivamente o restante do País.
Então, o calendário Rio de Janeiro a Janeiro é basicamente uma iniciativa que visa o desenvolvimento do turismo e da economia criativa no Rio de Janeiro, com a atração de mais turistas, de mais investimentos, e com isso a gente pode irrigar a economia da cidade, do estado. O governo federal, por meio desse grupo trabalho, fez uma seleção prévia de eventos, tanto eventos que já acontecem tradicionalmente, quanto eventos novos que estão sendo previstos pensados pelos organizadores de eventos no Rio. Esses eventos foram analisados pela Fundação Getúlio Vargas, que nós contratamos justamente para essa função. Eles foram analisados sob cinco critérios: a capacidade de atração de turismo, a capacidade de geração de emprego e renda, a capacidade de atração de investimentos, a capacidade de geração de inclusão social e também a capacidade de sustentabilidade e de expansão.
A partir do trabalho da Fundação Getúlio Vargas, chegamos a uma lista inicial de 100 eventos que apresentamos, domingo, no Rock in Rio – foi algo que teve uma grande divulgação e teve um grande apoio do conjunto da sociedade, da mídia, etc. Esses 100 eventos serão apoiados pelo governo federal, pelo governo do estado e pela prefeitura, por meio de patrocínios diretos das empresas estatais, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Lei de Incentivo ao Esporte e também das leis estaduais e municipais de incentivo. Enfim, estamos amealhando um total de R$ 150 mil para apoiar a realização e a expansão desses eventos, que no total somam investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. A expectativa é que nós possamos aumentar o turismo no Rio de Janeiro, o fluxo de turismo em torno de 20% – e com isso estaremos injetando R$ 6,1 bilhões à economia do estado e do País, e gerando 170 mil empregos diretos por meio do turismo e da economia criativa.
É fundamental que vocês abracem esse programa, que vocês explorem ao máximo essas atividades, que vocês comprem pacotes para que as pessoas do Brasil inteiro e do exterior possam ir a esses eventos. Temos eventos de cultura, eventos de esportes, eventos de moda, de gastronomia; e eventos grandes, médios, pequenos eventos de negócios. Tem um nicho importantíssimo que é um turismo LGBT, temos no Rio de Janeiro a parada de Copacabana, a parada de Madureira, e agora teremos no mês de outubro mais eventos na cidade e no estado do Rio relacionados a esse nicho de turismo, que se afirma cada vez mais.
Esse é o sentido da minha presença e da minha fala aqui: sublinhar essa parceria não apenas natural, mas desejável e necessária entre turismo e cultura. Estamos juntos e convidamos vocês a se apropriarem desse calendário Rio de Janeiro a Janeiro em suas atividades. Vocês são os protagonistas do País, vocês são os empreendedores, são aqueles que geram renda, que geram emprego, que movimentam a nossa economia que gera o desenvolvimento do nosso País. Vocês também são heróis e digo a vocês: o Brasil precisa urgentemente de um choque de liberalismo para que a gente possa nos livrar desse fardo que todos nós, empreendedores, carregamos nas nossas costas.
Enfim, espero que isso entre na agenda da sociedade e entre na agenda da política. Temos o ano eleitoral no ano que vem e vai ser uma oportunidade muito interessante de transformarmos as coisas. É isso, boa feira pra vocês, parabéns pelos números impressionantes do setor e da própria feira, parabéns a vocês. Que seja um momento de grandes negócios e que nós possamos valorizar cada vez mais o turismo e também a cultura do nosso País.
Muito obrigado”.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

Fonte: http://www.cultura.gov.br/banner-2/-/asset_publisher/0u320bDyUU6Y/content/minc-reforca-parceria-entre-as-areas-de-cultura-e-turismo/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_0u320bDyUU6Y%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D5

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IFRJ estreia, durante Rock in Rio, kit de produção audiovisual do MinC

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio De Janeiro (IFRJ) estreou, durante o Rock in Rio, na capital fluminense, o kit de produção audiovisual do Núcleo de Produção Digital (NPD). A iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) busca a implantação, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv) e do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), de polos de produção audiovisual em todo o País. O projeto integra a política pública de formação, produção, difusão e regionalização do audiovisual defendida pela Pasta.

“Esse NPD já nasceu vocacionado para a área de games porque o campus do Paulo Frontin tem curso nesse setor e cursos em áreas correlatas. Além disso, há uma legislação municipal e estadual que dá um conjunto de benefícios a empresas de tecnologia e de games. O NPD veio a somar com esse arranjo”, explicou o secretário do audiovisual do MinC, João Batista. “É um equipamento que vem para, de imediato, dar vida, divulgação e potencial à discussão de tudo que ocorre localmente, além de impulsionar a produção audiovisual”, completou.

Graças ao kit recebido, que inclui produtos como equipamentos de captação de imagem, de áudio e de ilhas de correção de cor, a equipe do CTAv registrou participação do instituto no Game Experience, no estande do Rio Criativo, no Rock in Rio, sob a Coordenação do Professor Rodney Albuquerque. O resultado foram 10 horas de gravação que irão subsidiar a montagem de um documentário.

Diretor do Núcleo de Produção Digital do Campus Engenheiro Paulo de Frontin do IFRJ, Rodney Albuquerque elogiou a iniciativa e a possibilidade de troca de experiências entre os alunos do Instituto. “Tivemos apoio técnico do CTAv do MinC para inaugurar o núcleo de produção digital dentro do stand do Rio Criativo. O núcleo permitiu acesso a um kit em alta definição para produção de conteúdo digital. Estamos honrados de receber o kit”, comemorou.

“(Essa entrega de kits) é uma execução, na prática, do que prevê a meta 43 do Plano Nacional de Cultura, de criar novos polos audiovisuais em todo o Brasil. Com a entrega desses kits, você forma novos profissionais, gera conteúdo e agentes multiplicadores em diversos setores do audiovisual”, afirma Renato Costa, coordenador de Infraestrutura Técnica do Centro Técnico Audiovisual (CTAv).
NPDs pelo Brasil

A entrega desse kit faz parte de outros 22 que foram e que ainda serão entregues pelo Brasil. Na segunda quinzena de novembro, em Goiás Velho (GO), haverá um seminário que reunirá os 22 NPDs para promover parcerias, trocas de experiências e espírito de trabalho em rede.
Os NPDs fazem parte do programa Olhar Brasil, relançado pelo MinC em julho deste ano. O projeto consiste em entregar kits com equipamentos de produção audiovisual nas diversas regiões do País.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

Fonte: http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/ifrj-estreia-durante-rock-in-rio-kit-de-producao-audiovisual-do-minc/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D4[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Rio de Janeiro a Janeiro: Governo anuncia calendário de eventos de cultura, esporte e turismo.

24/09/2017

Uma centena de eventos de cultura, esportes, turismo e negócios integram o calendário do programa Rio de Janeiro a Janeiro, apresentado neste domingo pelo governo federal, em parceria com o governo do estado, a prefeitura municipal e a iniciativa privada. O programa faz parte do esforço para revitalizar a cidade e o estado do Rio de Janeiro, atingidos por forte crise socioeconômica. O foco do calendário é a geração de emprego e renda em todo o estado.
O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que o calendário é o antídoto para a crise. “Estamos empunhando a bandeira da esperança, a bandeira da virada do Rio. Não podemos sucumbir diante da crise e da desesperança. A criação do calendário é uma excelente notícia. Estamos apontando para a superação, para que o Rio retome o seu papel, retome as suas vocações, retome o trilho do desenvolvimento”, disse.
Participaram do anúncio do calendário, além de Sá Leitão, os ministros Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência), Osmar Terra (Desenvolvimento Social) e Max Beltrão (Turismo) e os empresários Roberto Medina e Ricardo Amaral. Também estiveram presentes o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Fernando Avelino Boeschenstein Vieira, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito Marcelo Crivella.
Os projetos foram escolhidos a partir de um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), considerando cinco critérios básicos: geração de emprego e renda, atração de investimentos, continuidade e expansão, inclusão social e impacto no turismo. O cronograma abrange a diversidade cultural, os diferentes segmentos esportivos e o setor de turismo, considerando a vocação do Rio de Janeiro nessas áreas.
“O calendário vai dar ao Rio condições de gerar emprego e renda para a sua comunidade”, disse Moreira Franco, acrescentando que o próximo passo será um programa de qualificação de jovens.
O Rio de Janeiro é a porta de entrada dos turistas no Brasil. Nos últimos anos, recebeu mais de R$ 25 bilhões em investimentos e está preparado para explorar a sua vocação natural para o turismo, a cultura e o esporte. Dados atuais apontam que as atividades criativas respondem por 3,9 % do Produto Interno Bruto (PIB) do estado e o turismo por 4%.
Com o calendário, estima-se aumentar em 20% o fluxo de turistas no Rio de Janeiro que, segundo estudo da FGV, ao final de 2018, terá o impacto de R$ 6,1 bilhões na economia do estado. Este incremento também ajudará na criação de 170 mil novos empregos O investimento do governo federal no programa será de aproximadamente R$ 150 milhões, por meio de patrocínios, da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. O setor empresarial também está mobilizado para aderir ao calendário, patrocinando eventos no Rio de Janeiro e potencializando ainda mais a iniciativa.
“O estado não pode ficar do jeito que está e não vai ficar. Vamos trabalhar”, disse o empresário Roberto Medina, durante a cerimônia de lançamento.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

Confira os eventos de 2018 nesse link.

Fonte: www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/rio-de-janeiro-a-janeiro-governo-anuncia-calendario-de-eventos-de-cultura-esporte-e-turismo/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D4

ANAIS DO XIII ENECULT JÁ ESTÃO DISPONÍVEIS

Foram publicados os Anais (ISSN 2318-4035) do XIII Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – Enecult no site do evento. Constam nos Anais 302 trabalhos, distribuídos em 14 eixos temáticos, que foram apresentados entre os dias 13 e 15 de setembro. Confira aqui

Curso de História da Arte e Prática Museológica no CCJF

A Historiadora e crítica de Arte, Zuzana Paternostro abordará neste módulo, A Obra de Arte no Contexto Museológico, a importância da análise de uma obra de arte para sua inserção e manutenção no contexto museológico; o processo de concepção de exposições de arte e questões de salvaguarda de pinturas em museus. Serão três aulas, sempre às quartas, com duas horas e meia de duração cada.

Dias 13, 20 e 27
Quartas
18h30
R$120,00 (desconto 50% para estudantes).
Sala de cursos

mais informações :
http://www10.trf2.jus.br/ccjf/portfolio/historia-da-arte-e-pratica-museologica-2/

NOVA CHAMADA PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO CULTURAL DA UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES – OUTUBRO 2017

Inicia em outubro de 2017 o módulo de Gestão e Formatação de Projetos da turma de pós-graduação lato sensu em Produção Cultural da Universidade Candido Mendes (UCAM). O curso em formato modular, onde os módulos: Panorama Ilustrado das Artes, Captação de Recursos à Cultura, Produção Executiva em Ações Culturais e Conteúdos Estruturantes, complementam os 5 módulos destinados a formação neste curso pioneiro no Brasil e que vem exercendo um papel extraordinário na formação de profissionais qualificados em funções múltiplas para o setor cultural. O curso é realizado em parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).

A pós-graduação lato sensu em Produção Cultural forma e recicla pessoas para atuar nos segmentos culturais, elaborar e desenvolver todas as etapas necessárias ao domínio do negócio cultural, através de uma visão integrada das diversas áreas envolvidas: Administração, Economia, Direito, Marketing, Artes e Cultura.

O curso tem como objetivo formar profissionais para autuar de forma reflexiva e empreendedora no universo da produção de cultura no Brasil, qualificando-os para exercer funções múltiplas nos âmbitos da elaboração, planejamento estratégico, sustentabilidade, programação de conteúdo, produção e gerenciamento de projetos, eventos, ações culturais, concepção de produtos artísticos e elaboração de políticas para a cultura nos âmbitos públicos ou privados.

Na atuação executiva, o profissional poderá colaborar com Centros Culturais, Fundações, Institutos, Museus, Escolas e Universidades, Empresas, Organizações não governamentais, Prefeituras, Secretarias de Cultura, Indústria Audiovisual, Editorial e Fonográfica, Televisão, Rádio, em departamentos de marketing de empresas, setores do Patrimônio Histórico, entre outros. Há, ainda, a consolidação da capacidade de compreensão e interpretação das dimensões culturais, sociais, econômicas e políticas envolvidas nas etapas de concepção, desenvolvimento e aplicação de conceitos, na realização de projetos culturais.

No espectro social, o aluno em conclusão de curso, deverá ter capacidade para exercer plenamente a sua cidadania, através do exercício consciente da responsabilidade social, compreendendo e avaliando os impactos sociais, econômicos e políticos de suas ações, na aplicação dos conhecimentos adquiridos. Torna-se relevante também, que o agente cultural paute suas realizações pelo caráter agregador que a cultura cada vez mais assume, como importante instrumento para a melhoria da qualidade de vida e para a paz entre as comunidades e setores sociais

Montamos um currículo voltado para capacitar, de forma reflexiva e empreendedora, os profissionais que vão gerir instituições, programas e projetos culturais. As instituições de arte  e cultura se multiplicam na expansão da informação como veículo de lazer e bem de consumo, unindo conteúdos multidisciplinares dos universos da cultura e da ciência da gestão

Kátia de Marco – coordenadora acadêmica

Afinada com as novas demandas da formação acadêmica aliada às crescentes requisições do mercado de trabalho, a Universidade Candido Mendes confirma a sua atuação pioneira, consolidada em mais de 100 anos de tradição, na realização do primeiro MBA em Gestão Cultural do país, em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural.

Universidade Candido Mendes – UCAM  
Inscrições abertas

Inicio das aulas: 07 de Outubro de 2017

Carga Horária: 360h
Duração: 22 meses
Turno: manhã / tarde
Dias de aula: sábados quinzenais
Horário: 08h às 17h

Local: Campus Centro – Rua da Assembleia, 10 sala 616
Tel: 3543-6489
Emil: pecs@candidomendes.edu.br
Mais informações: https://abgc.org.br/portfolio/pos-graduacao-em-producao-cultural/

Aberto edital Rumos Itaú Cultural 2017-2018

Em coletiva de imprensa com cerca de 50 jornalistas de todo o país, o Itaú Cultural lançou hoje mais uma edição do programa Rumos. O anúncio – feito por Eduardo Saron, superintendente do Itaú Cultural; Karla Martins, atriz, produtora e integrante da comissão do Rumos 2015-2016; Rui Moreira, bailarino, coreógrafo e integrante da comissão do Rumos 2017-2018; e Ana de Fátima Sousa, gestora do Núcleo de Comunicação do instituto – inaugura a etapa de inscrições, que são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo site rumositaucultural.org.br, de 29 de agosto a 3 de novembro de 2017.

“A grande novidade desta edição é a acessibilidade. O site é compatível com todos os softwares para cegos e pessoas de baixa visão”, destaca Ana de Fátima. O regulamento ainda vem acompanhado por vídeos com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os surdos não alfabetizados em português podem inclusive enviar as propostas e os projetos em vídeos, também em Libras.

Para divulgar o edital, o Itaú Cultural visitará todas as regiões do Brasil na Caminhada Rumos, de 4 de setembro a 26 de outubro, passando pelas 27 capitais do país. Neste ano, em algumas cidades – aquelas em que o número de proponentes inscritos costuma ser menor – será realizada uma versão estendida do encontro, a Caminhada Rumos Escuta, que lança um olhar mais apurado para a região. A ideia é criar um mapeamento e entender como o Rumos e outras ações do instituto podem acolher mais e melhor as pessoas e os projetos de cada região, além de compreender como a distância geográfica das metrópoles, a falta de investimento público e a distribuição de recursos, entre outras características, influenciam no cenário cultural dessas cidades.

A última edição do programa apoiou a realização de 117 projetos de artistas e pesquisadores de todo o Brasil – você pode conferir o resultado de cada um deles em itaucultural.org.br. No mês de setembro o instituto inaugura a exposição Narrativas do Invisível – Mostra Rumos 2015-2016, que engloba parte das iniciativas contempladas em obras feitas em diferentes suportes – de séries fotográficas a instalações audiovisuais –, além de espetáculos e debates. Os trabalhos apontam a diversidade da atual produção artística brasileira e, cada um à sua maneira, ecoam vozes de resistência à dita normalidade, ao esquecimento de lugares, grupos sociais ou questões distantes dos olhos excludentes da nossa sociedade.

Programa Rumos Itaú Cultural 2017-2018
terça 29 de agosto a sexta 3 de novembro de 2017
inscreva-se em rumositaucultural.org.br

Artigo: O começo do futuro do Rio. A economia da produção cultural é, por sua natureza, uma atividade empregadora. E é contemporânea à era do conhecimento, que é agora

É desconcertante o tempo em que tudo dá errado e o pessimismo se realimenta, deixando a impressão de que o futuro está perdido. É o ponto em que estamos no Rio. Mas esse pode ser o momento da inflexão, se as cabeças pensarem juntas e a visão se estender para além do momento presente. O futuro não chega por fatalismo do calendário. É preciso buscá-lo. Do contrário, o tempo passa e ficamos presos no passado.

Por Míriam Leitão
Fonte: O Globo 03/09/2017

O Rio é magnético. Ele sempre atrairá a inteligência, a criatividade, o debate, a discordância, as tendências, a cultura, as invenções, a literatura, a festa, a música. Sua beleza natural é ativo, e não apenas paisagem. É a cidade ícone do Brasil, a vitrine mais visível. Muitas cidades, regiões e estados no mundo fizeram novos planos em tempos de crise e construíram o futuro em novas bases tendo menos do que temos para recomeçar. O segredo é descobrir onde está a porta de saída e qual é a vocação evidente.

O Rio é software e não hardware. A indústria pesada, de alta emissão, que enfeia a paisagem, contamina o ar e esgota os recursos não é a vocação natural do estado e muito menos da cidade. Por isso, ele nunca será bom em fazer a máquina, mas sim em construir a inteligência da máquina. A economia da produção cultural é por sua natureza uma atividade empregadora. E é contemporânea à era do conhecimento, que é agora. Aqui há seis universidades que podem ser fortalecidas e mobilizadas na produção do conhecimento.

O Rio é evento e entretenimento, para todos os públicos e nichos. A cidade tem uma rede hoteleira ampla e já instalada, o Centro reformado e uma estrutura esportiva recente, que por ser nova, é facilmente recuperável. A logística da cidade melhorou por causa da Olimpíada. Tudo está preparado para um calendário de grandes eventos musicais do pop à música clássica. A cidade tem salas com acústica perfeita para grandes orquestras, ou música de câmara, em pontos diversos e estratégicos. Tem espaços para grandes shows e espetáculos de todos os tipos.

O Rio é internacional. O calendário das promoções culturais, esportivas, econômicas, de convenções deve mirar também o público de outros países. A estrutura hoteleira comporta e requer que se atraia o público global na economia dos eventos.

O Rio é turismo. Não caberia aqui a lista dos seus ativos turísticos, que teria obrigatoriamente que conter as praias, a maior floresta urbana de replantio, o carnaval mais conhecido do planeta, a paisagem exuberante, o Cristo por bênção, braços abertos sobre a Guanabara.

O Rio é história. Ande pela cidade e você tropeçará na história do Brasil. Por aqui entrou a Corte portuguesa em seu exílio e começou a inventar um país. Por aqui entraram mais de um milhão de africanos escravizados e os marcos dessa chegada, dessa dor e força, estão à flor da terra. As marcas dos fatos espalham-se pelo Centro: Tiradentes em seu sacríficio, a princesa em seu momento áureo, a República em seus rompantes, erros e acertos, Getúlio em seu Catete, a Candelária das mobilizações. O Brasil se fez aqui.

O Rio é literatura. Grandes escritores criaram nesse cenário suas obras e seria longa a lista, mas fico com Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade. Fonte perene de inspiração de poetas e ficcionistas, o Rio é sede da Academia Brasileira de Letras e endereço de grandes editoras: Record, Rocco, Zahar, Sextante, Intrínseca, para citar algumas. Tem o mais poderoso dos eventos literários do Brasil, a Bienal, que começa agora com números impressionantes e estandes que exibem a garra do mercado editorial.

O Rio precisa saber o que é e o que tem. A crise da segurança é obstáculo a qualquer projeto, mas o estado já viu uma política dar certo, ainda que por tempo breve. Na educação, o estado deu um salto da rabeira para os primeiros lugares, com boa gestão e visão estratégica. O doloroso tempo presente não pode paralisar quem já sabe a trilha do sucesso. Quando se diz que o Rio deve reagir não é apenas para ter um lema motivacional. Há um caminho concreto de busca do futuro.

Quer saber mais sobre o setor cultural e se preparar para atuar nos segmentos culturais? Estão abertas as inscrições para pós-graduação lato sensu em Produção Cultural na Universidade Candido Mendes, para mais informações : https://abgc.org.br/portfolio/pos-graduacao-em-producao-cultural/
ou envie email: pecs@candidomendes.edu.br

Modelos de Sustentabilidade e Mecanismos de Financiamento

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default”][vc_column_text]14, 21 e 28 de Setembro |  18:30 h.
Profa. Mariana Várzea[/vc_column_text][vc_column_text]O curso apresentará as opções de financiamento existentes no mercado, subsidiará os alunos com ferramentas para identificar oportunidades e alternativas para sustentabilidade financeira em museus e entidades culturais. Apresentará o conceito do triângulo da sustentabilidade e a importância da instituição cultural não ficar dependente de uma única fonte de receita.

Serão apresentadas práticas de mercado para a obtenção de recursos financeiros na iniciativa privada, pessoa física, governo (3 esferas), fundações e associações – nacionais e internacionais.

Por fim serão apresentadas técnicas de reconhecimento de oportunidades do produto cultural, modelos de materiais de captação utilizados para prospecção de mercado para os mais diversos públicos e dados comparativos de museus para análise e compreensão das opções de financiamentos existentes.

Ementa da disciplina

  1. Modelagem de cardápio segmentado de opções de financiamento no mercado;
  2. Mapeando e desvendando editais;
  3. Planos de viabilidade econômica: da instituição ao produto;
  4. Sustentabilidade via recursos das leis de incentivos;
  5. Constituição de receitas diretas;
  6. Mapeamento de Fundos alternativos nacionais e internacionais
  7. Incentivos de mitigação de impacto ambiental/cultural/educativo de empresas para patrocínios.

Carga horária: 9h
Valor R$ 360,00

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Gestão de Projetos

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default”][vc_column_text]21 e 28 de Outubro e 11 e 25 de Novembro  |  13h.
Prof. Pablo Castellar[/vc_column_text][vc_column_text]O curso objetiva estimular a percepção do aluno a compreender os conceitos fundamentais da Gestão de Projetos Culturais. Analisar suas várias áreas de gestão e seus desafios específicos com o objetivo de desenvolver a capacidade analítica do aluno apresentando os aspectos essenciais e multidisciplinares presentes na gestão de projetos culturais. Finalmente, oferecer aos alunos metodologia e ferramentas que os auxiliem no processo de gestão de um projeto cultural.

Ementa da disciplina

  1. Gestão e curadoria de projetos culturais;
  2. O profissional e a gestão de projetos;
  3. A modelagem de projeto, o projeto cultural, escrevendo um projeto;
  4. A Gestão de riscos: recursos humanos, oportunidades, jurídica, contratos, tempo, custos, comunicação, contrapartidas e qualidade.

Carga horária: 16h
Valor R$ 440,00

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]