Na RioMarket, Sá Leitão destaca contribuição do audiovisual para a economia criativa

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09.10.17

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, destacou a contribuição do setor audiovisual para o crescimento da economia criativa em todo Brasil durante a abertura do RioMarket, braço do Festival do Rio dedicado a negócios e debates audiovisuais. O evento ocorre desta segunda-feira (9) até 14 de outubro, no hotel Royal Tulip, em São Conrado, no Rio de Janeiro.
De acordo com Sá Leitão, o setor audiovisual vem crescendo nos últimos anos em um ritmo bem expressivo. “A área audiovisual atingiu patamares altos, representando atualmente 0,46% do PIB”, afirmou.
Para o ministro, é preciso considerar que, nos dias de hoje, um filme que, no cinema, tem 500 mil espectadores, por exemplo, não pode ser considerado um fracasso. “Quando esse mesmo filme chega à TV aberta é visto por 30 milhões de pessoas. Além disso, também é comercializado em outras plataformas de Vídeo Sob Demanda (VOD). Neste ambiente da revolução digital, da convergência, da explosão de plataformas, não podemos pensar no audiovisual somente como conteúdo para cinema”, ponderou.

Na avaliação de Sá Leitão, tão importante quanto o peso que as atividades da economia criativa já têm é o potencial que ainda podem desenvolver. “Mas temos uma longa caminhada pela frente. O Brasil tem uma matriz econômica muito baseada na economia das commodities e não em serviços de transformação. As atividades industriais ainda têm uma relevância muito grande e o setor audiovisual tem um perfil muito mais pós-industrial”, destacou.


Diálogo e mudanças

Durante a abertura da RioMarket, Sá Leitão reiterou sua disposição em estabelecer um amplo diálogo com os mais diversos setores da sociedade. “Tenho procurado criar pontes, fazer alianças e conquistar apoios em várias áreas. É fundamental ampliarmos nosso alcance e atuação”, disse.
O ministro destacou que, atualmente, a contribuição do audiovisual é muito maior do que os incentivos recebidos. “Temos, por meio do nosso trabalho, da nossa dedicação, contribuído para o país. O que nós arrecadamos na forma de tributos é muito maior do que recebemos. Um bom exemplo é a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), que nos últimos dez anos rendeu R$ 7,5 bilhões ao Estado brasileiro, dos quais somente R$ 3,5 bilhões foram repassados ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA)”.
Sá Leitão ressaltou ainda que R$ 3,5 bilhões do FSA provenientes da Condecine, pouco mais de R$ 1 bilhão foram de fato injetados nas atividades audiovisuais. “Isso se deve à burocracia, ao excesso de pontos de controle, sem nenhuma contribuição real”, lamentou o ministro.
Para resolver a questão, o Ministério da Cultura (MInC), a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Conselho Superior de Cinema (CSC) estão trabalhando para que esses recursos possam ser executados plenamente. “Vamos apresentar, já em 2018, o que estamos chamando de FSA 2.0. Já sabemos onde acertamos e onde erramos”, afirmou.
A expectativa, segundo o ministro, é que, com o aproveitamento integral dos recursos do FSA, o Brasil se torne um dos cinco maiores polos do audiovisual do mundo. “Serão quase R$ 10 bilhões sendo efetivamente injetados nessa atividade. É imprescindível que esse impulso seja mais bem aproveitado pelo setor”, concluiu.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

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I Colóquio Gestão da Cultura

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16 de Outubro de 2017

Segunda, 14h30 às 17h30.

Fundação Casa de Rui Barbosa. Rua São Clemente, 134 – Botafogo.

Entrada franca.

Será concedido certificado aos participantes.

 

O colóquio integra a agenda de trabalho da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão da Fundação Casa de Rui Barbosa, e tem por objetivo iniciar um ciclo de discussão sistemática sobre o tema da gestão no campo cultural.

Pretende-se neste primeiro evento explorar as relações gerais entre capacidades estatais, arranjos institucionais e formatos organizacionais no contexto de implementação de políticas culturais em um sistema político democrático. Se por um lado o Estado deve possuir as capacidades necessárias para implementar as políticas públicas deliberadas, por outro, arranjos institucionais democráticos e participativos requerem habilidades dos agentes públicos que excedem a mera capacitação técnica para a alocação ótima de recursos com base nos critérios clássicos de caráter instrumental: eficiência, eficácia, efetividade e excelência no uso dos meios disponíveis e escassos. Novas exigências de legitimação se impõem para além daqueles concernentes à constituição de governos representativos pela via eleitoral e ao desempenho na consecução de agendas programáticas. Para fazer frente a essas realidades são requeridos formatos institucionais que conjuguem mérito, flexibilidade, porosidade participativa e controle social, conforme as peculiaridades de cada campo de política pública.

Informações: casaruibarbosa.gov.br

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I Seminário Internacional COMCOL/CIDOC – Construindo Coleções para o Futuro

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O evento – composto de seminário, oficinas e um encontro sobre desenvolvimento sustentável de acervos – se realiza entre 17 e 20 de outubro. As palestras do seminário em si reunirão nove especialistas estrangeiros (Alemanha, Peru, Holanda, Reino Unido e Portugal) e 19 brasileiros no auditório da Fundação Getúlio Vargas (12º andar) – Praia de Botafogo, 190 – Edifício Luiz Simões Lopes (Sede) – Botafogo. As oficinas serão realizadas no MAR.

Os debates centram-se em quatro eixos:

  1. Novas estratégias para a difusão, pesquisa e significação de acervos;
  2. Processos e procedimentos de gestão de acervos;
  3. Construção e implementação de políticas sustentáveis para formação e gestão de acervos;
  4. Desafios para a manutenção de políticas e planos de preservação de acervos.

Primeira iniciativa conjunta dos comitês internacionais do Conselho Internacional de Museus (ICOM) dedicados ao desenvolvimento de coleções (COMCOL) e à documentação de acervos (CIDOC). O evento de dois dias, seguido por um dia de oficinas especializadas, tem como principal objetivo a discussão e a troca de experiências sobre formação e qualificação de acervos em museus e instituições culturais correlatas, abordando questões relativas a políticas e processos de formação, gestão e preservação de coleções.

Procedimentos técnicos de aquisição/desincorporação, avaliação, documentação e mobilidade, bem como estratégias para qualificação e ampliação da significação e difusão de coleções, integram os temas de interesse do seminário, organizado a partir de contribuições de conferencistas convidados (brasileiros e estrangeiros), mesas-redondas temáticas e apresentação de estudos de casos.

 

INFORMAÇÕES:

Seminário (evento principal)
Fundação Getúlio Vargas – 17 e 18 de outubro de 2017

Oficinas profissionais
Museu de Arte do Rio (MAR), 19 e 20 de outubro de 2017

CRONOGRAMA E VALORES: https://www.eventbrite.com.br/e/i-seminario-internacional-comcolcidoc-construindo-colecoes-para-o-futuro-tickets-36228421183

*ESTUDANTES TEM 50% DE DESCONTO NA INSCRIÇÃO.

As inscrições são realizadas unicamente pelo site. Vagas limitadas. https://comcol-cidoc2017.eventbrite.com.br/

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Curso de extensão Estratégias de Captação de Recursos e de Parcerias: inicio dia 17/10!

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17, 26 e 31 de outubro  |  18:30 h.
Prof. Silvia Finguerut

O curso visa discutir a criatividade no âmbito museal – como e que processos possibilitam um fazer criativo dentro das instituições museológicas.

A partir de exemplos com a experiência da equipe do MIAN/Museu Naif, serão abordadas estratégias para aumentar a visitação do museu e mantê-lo aberto e na mídia sem verbas tradicionais e em tempos de crise. Além disso será discutido o desenvolvimento da comunicação entre museu e o público através das redes sociais, do site e do aplicativo.

Carga horária: 9h
Valor R$ 360,00

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%

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Secretaria de Estado de Cultura lança Programa de Ocupação de imóveis ociosos (POC-RJ)

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Fonte da imagem 

Secretaria de Estado de Cultura lança Programa de Ocupação de imóveis ociosos para ampliar a produção cultural nas dez regiões fluminenses

POC RJ estará disponível para todos e vai privilegiar as áreas de linguagens artísticas, audiovisual, artes visuais, espaços de memória e salas de leitura

Para ampliar o acesso aos bens culturais no estado, promover e estimular a produção artística e manifestações culturais das dez regiões fluminenses com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, a Secretaria de Estado de Cultura criou o Programa de Ocupação Cultural do Estado do Rio de Janeiro – POC RJ. E o que é o POC RJ? É a destinação de uso de imóveis de propriedade do estado do Rio de Janeiro, que estejam ociosos, para fins culturais e artísticos nas diversas regiões fluminenses. Ou seja, coletivos, artistas, produtores culturais, e prefeituras que quiserem apresentar suas ocupar imóveis, especificamente nas áreas de linguagens artísticas, audiovisual, artes visuais, espaços de memória e salas de leitura, poderão encaminhar uma sugestão de imóvel para o Secretário de Estado de Cultura André Lazaroni, que requisitará a utilização do espaço que esteja ocioso. Tal iniciativa, inédita, garante uma ampla movimentação em todo estado, com mais opções de acesso a programação cultural, junto ao público. Inicialmente, estima-se em cerca de 30 o número de imóveis que estarão disponíveis para ocupação cultural.

A Secretaria de Estado de Cultura vai fazer a gestão do POC RJ de forma compartilhada com instituições do setor cultural sem fins lucrativos, com instituições da iniciativa privada, prefeituras dos 92 municípios fluminenses, e ainda o Conselho Estadual de Política Cultural do RJ. Os imóveis estão em processo de mapeamento e pesquisa para imediata seleção. A distribuição do POC RJ prioriza as regiões Metropolitana, Capital, Baixada Fluminense, Leste Fluminense, Noroeste Fluminense, Norte Fluminense, Serrana, Baixadas Litorâneas, Médio Paraíba, Centro-Sul e Costa Verde. Para a destinação cultural dos imóveis, será dada uma atenção especial em áreas de territórios periféricos ou populares, com notada ausência de equipamentos culturais na cidade e/ou região. O POC RJ se configura como estratégico marco da gestão André Lazaroni, em prol do desenvolvimento da Cultura Fluminense.

Reuniões de apresentação do POC RJ já confirmadas:
Dia 5/10 – 11h: Biblioteca Municipal Governador Leonel Moura Brizola, Duque de Caxias
Dia 10/10 – 13h30: Palácio Barão de Guapi – Antiga sede da Câmara Municipal, Barra Mansa
Dia 18/10 – 14h: Cine Estação ? São Pedro da Aldeia
Descrição: https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.g

Fonte

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Concurso de espetáculos musicais do Espaço Cultural BNDES

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Fonte da imagem 

Estão abertas, até o dia 21 de novembro de 2017, as inscrições para o concurso público que selecionará até 82 (oitenta e dois) projetos de espetáculos musicais a serem realizados no Espaço Cultural BNDES entre março de 2018 e fevereiro de 2019. O concurso prevê a escolha de projetos distribuídos pelos gêneros “Música Erudita”, “Música Popular/Instrumental”, “Música Popular/Cantada” e “Especial: Bossa Nova 60 anos”.

 Início das inscrições: 4 de outubro de 2017
 Término:  21 de novembro de 2017 (último dia para preenchimento do formulário online e envio de arquivos pelo “We Transfer”)
 Divulgação de projetos recebidos: acompanhe as publicações da Comissão Examinadora aqui no site do BNDES
 Resultados: aguarde publicação dos resultados aqui no site do BNDES
 Dúvidas: mande uma mensagem para licitacao_quintas@bndes.gov.br.

Confira o Edital e mais informações no link

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Governo amplia valores de movimentação e empenho do MinC

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03.10.2017


O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) publicou, nesta terça-feira (3), no Diário Oficial da União (DOU), os valores que serão descontingenciados para o Ministério da Cultura (MinC). A medida ampliou em R$ 40 milhões os recursos para o Programa de Aceleração e Crescimento (PAC) e em R$ 94 milhões o limite discricionário. Assim, aumentam os valores disponíveis para movimentação e empenho pelo Ministério da Cultura.


O orçamento discricionário do MinC, que pode ser sujeito ao contingenciamento imposto pela área econômica do governo, soma o montante de R$ 721,8 milhões, segundo a Lei Orçamentária Anual de 2017. Este orçamento sofreu um corte (bloqueio) de 43% – ou seja, o MinC recebeu, inicialmente, um limite para empenho de R$ 412 milhões. Com a publicação da Portaria Nº 314 do MP, no DOU desta terça (3), R$ 94 milhões foram “desbloqueados”.


Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
 

Fonte: http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/governo-amplia-valores-de-movimentacao-e-empenho-do-minc/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D4

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Curso de extensão Fundamentos e Modelagem de Projetos: inicio dia 21/10!

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21 e 28 de Outubro e 11 e 25 de Novembro  |  8h.
Profa. Rafaela Zanete

O curso tem como objetivo apresentar aos alunos como elaborar, estruturar e formatar projetos culturais para editais públicos e privados bem como para empresas. Detalhar o desenvolvimento de um projeto cultural em todas as suas fases e etapas, desde a análise do cenário, a estruturação de uma ideia, definição do objeto, justificativa, público-alvo, plano de comunicação e distribuição, cronograma de atividades e estrutura de orçamento.

Ementa da disciplina

  1. Análise do cenário cultural, stakeholders e análise benchmarking.
  2. Construindo um projeto: Metodologia para elaboração de projeto cultural.
  3. Modelagem das principais etapas de um projeto. Análise de viabilidade.
  4. Desenvolvimento de estratégias de ação.
  5. Estratégias de negociação.
  6. Elaboração de estrutura de orçamento e cronograma de execução.

Carga horária: 16h

Valor R$ 440

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%

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Curso de extensão Gestão de Projetos: inicio dia 21/10!

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21 e 28 de Outubro e 11 e 25 de Novembro  |  13h.
Prof. Pablo Castellar

O curso objetiva estimular a percepção do aluno a compreender os conceitos fundamentais da Gestão de Projetos Culturais. Analisar suas várias áreas de gestão e seus desafios específicos com o objetivo de desenvolver a capacidade analítica do aluno apresentando os aspectos essenciais e multidisciplinares presentes na gestão de projetos culturais. Finalmente, oferecer aos alunos metodologia e ferramentas que os auxiliem no processo de gestão de um projeto cultural.

Ementa da disciplina

  1. Gestão e curadoria de projetos culturais;
  2. O profissional e a gestão de projetos;
  3. A modelagem de projeto, o projeto cultural, escrevendo um projeto;
  4. A Gestão de riscos: recursos humanos, oportunidades, jurídica, contratos, tempo, custos, comunicação, contrapartidas e qualidade.

Carga horária: 16h
Valor R$ 440,00

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%

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