XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea começa nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro

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20.10.17
Começa nesta segunda-feira (23) a 22ª edição da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, promovida pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). Até o dia 29 de outubro, 61 apresentações inéditas – 15 de compositores convidados e 46 selecionadas pelo Prêmio Funarte de Composição Clássica 2016 – tomarão conta dos palcos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (noite de abertura) e da Sala Cecília Meirelles (demais dias). Os concertos serão às 19 horas, exceto no encerramento, marcado para as 17 horas.

Realizada em parceria com a Academia Brasileira de Música, a edição deste ano da Bienal de Música Brasileira Contemporânea homenageia, in memoriam, os compositores Sergio Roberto de Oliveira (1970/2017) e Olivier Toni (1926/2017) e o embaixador Vasco Mariz (1921/2017), historiador, musicólogo e pesquisador da música brasileira. Uma homenagem especial será feita a Flávio Silva, musicólogo da Academia Brasileira de Música com atuação decisiva para a realização de várias edições da Bienal.

Na abertura do evento, segunda-feira a partir das 19 horas, haverá concerto com a Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (UFF), regida pelo maestro Tobias Volkmann. Serão apresentadas obras de Ernani Aguiar, Ronaldo Miranda, Liduíno Pitombeira, Paulo Costa Lima, Eli-Eri Moura e Marlos Nobre.

O objetivo da Bienal é refletir e estimular todas as manifestações da música brasileira de concerto contemporânea, em sua diversidade estética, de linguagens, meios e formações. Estão presentes obras de vários estilos, desde a música orquestral à eletroacústica, em múltiplas combinações.

Serviço

XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea
De 23 a 29 de outubro, às 19 horas (exceto dia 29, que será às 17 horas)
Local: 23 (Theatro Municipal do Rio de Janeiro) | 24 a 29 (Sala Cecília Meirelles)

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro (RJ)
(21) 2332 9191

 

Sala Cecília Meireles

Rua da Lapa, 47 – Lapa, Rio de Janeiro (RJ)
(21) 2332 9223

 

Ingressos

Theatro Municipal
Frisa e camarote = R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia para estudantes e idosos)
Plateia e balcão nobre = R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia para estudantes e idosos)
Balcão superior = R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia para estudantes e idosos)
Galeria = R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia para estudantes e idosos)
Sala Cecília Meireles
R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia para estudantes e idosos)

Assessoria de Comunicação

Ministério da Cultura

Confira a programação completa

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Ibram divulga o tema da 16ª Semana de Museus

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23.10.17

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema da 16ª Semana de Museus, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que será realizada entre os dias 14 e 20 de maio de 2018. O objetivo do evento é valorizar espaços de memória e cultura no país, aprimorar a relação dos museus com a sociedade e ampliar o público visitante. O tema foi escolhido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom).

Para o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, a Semana de Museus “é um momento privilegiado de divulgação, reflexão e visibilidade para os museus brasileiros”, que contribui para o reconhecimento “da importância e do papel dos museus na contemporaneidade”.

Em 2017, foram realizados 3.079 eventos em todo o Brasil durante a 15ª Semana de Museus, cujo tema foi Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus. Participaram 1.070 instituições de 26 estados. Veja os números de todas as edições (2003-2017).

Para a edição de 2018, museus, espaços de memória e centros culturais brasileiros poderão inscrever atividades, como exposições, shows, palestras etc., na página de eventos do Ibram a partir da segunda quinzena de novembro de 2017.

As datas de início e término de inscrições, assim como o formulário online, serão divulgadas nas próximas semanas. Dúvidas e outras questões relacionadas à Semana de Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico semana@museus.gov.br ou esclarecidas pelos telefones (61) 3521.4142/4135.

Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)

Ministério da Cultura

Fonte

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MinC promove seminário sobre Núcleos de Produção Digital

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19.10.17

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv), promove, em parceria com o Instituto Federal de Goiás, o I Seminário Cinema: Formação em Rede, que reunirá representantes de todos os Núcleos de Produção Digital (NPDs) do País.

Durante o evento, que será realizado de 17 a 19 de novembro deste ano, em Goiânia, o instituto apresentará uma mostra de curtas-metragens. Os interessados em participar da mostra podem se inscrever neste linkConfira o edital.

Os Núcleos de Produção Digital compõem o Programa Olhar Brasil, reativado neste ano pelo MinC. O projeto consiste em entregar kits com equipamentos de produção audiovisual nas diversas regiões do País. É uma política pública de formação, produção, difusão e regionalização do audiovisual.

Com a retomada do programa, o Ministério da Cultura estabelece um novo pacto com o setor audiovisual, incentivando o empoderamento local, a descentralização, a democratização e governança compartilhada da política pública. Além do tradicional mercado de filmes de longa-metragem e de curta-metragem, os criadores do audiovisual passaram também a pensar em produções organizadas para novas plataformas, como internet e celulares, entre outros.

Cada NPD recebe equipamentos de produção e edição audiovisual digital. O Núcleo deve funcionar como um centro de qualificação e de produção não comercial, fortalecendo a cadeia produtiva local. O NPD deve ser um multiplicador de conhecimento, promovendo cursos, oficinas e palestras de aperfeiçoamento técnico para a comunidade.

Até o momento, o MinC firmou parceria para a entrega de NPDs em 10 unidades da Federação: Rio de Janeiro (com duas unidades), Sergipe, Paraná (também com duas unidades), Alagoas, Paraíba, Pará, Rio Grande do Sul, Amapá, Distrito Federal e Maranhão.

A Secretaria do Audiovisual está desenvolvendo um novo portal para formação de uma rede dos NPDs. A expectativa é que, com o portal, os NPDs passem a compartilhar experiências e conteúdos entre si. Além disso, será uma ferramenta de acompanhamento e aproximação entre a Secretaria do Audiovisual e os Núcleos. Durante o Seminário, haverá uma apresentação dessas ferramentas.

Assessoria de Comunicação

Ministério da Cultura

Fonte

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Museus brasileiros receberam 28 milhões de visitantes em 2016

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11.10.17

Os museus brasileiros receberam, em 2016, cerca de 28,7 milhões de visitantes, segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). A pesquisa foi feita com 920 instituições por meio da aplicação do Formulário de Visitação Anual (FVA). Confira os resultados na íntegra.

 Previsto pelo do Decreto 8.124/2013, FVA visa recolher dados sobre a frequência de público aos museus brasileiros e faz parte do projeto Museus&Público. As informações são estratégicas para o desenvolvimento do setor de museus, pois além de indicar a necessidade de adequação dos serviços oferecidos, possibilita o monitoramento de diretrizes, estratégias, ações e metas estabelecidas em políticas públicas para o setor.

Para Rafaela Gueiros de Lima, da Coordenação-Geral de Sistemas de Informações Museais  do Ibram, a análise das informações sobre o fluxo de visitação pode subsidiar a formação de parcerias regionais para a criação de roteiros culturais, por exemplo.

Esta foi a terceira vez que o Instituto Brasileiro de Museus aplicou o Formulário de Visitação Anual. O FVA 2017 será aplicado de 1º de fevereiro a 30 de abril de 2018. Conheça os resultados das edições anteriores.

Instituto Brasileiro de Museus

Ministério da Cultura

Fonte

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Prorrogação da Lei do Audiovisual é aprovada por comissão especial

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10.10.17

A comissão especial da Medida Provisória 796 aprovou, nesta terça-feira (10), o projeto de lei que prorroga, até dezembro de 2019, os mecanismos de incentivo fiscal da Lei do Audiovisual e o Recine (regime especial de tributação para importação de equipamentos de exibição). O projeto de lei de conversão, apresentado pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), relatora da comissão especial, precisa ser votado pela Câmara e pelo Senado, antes da sanção presidencial.

O texto aprovado pelos parlamentares aumenta de R$ 3 milhões para R$ 6 milhões os limites para usar os mecanismos de fomento do setor. Outra emenda aprovada foi a inclusão do setor de games na Lei do Audiovisual. Essas emendas foram articuladas pelo Ministério da Cultura.

“Tanto o Recine quanto os mecanismos previstos na Lei do Audiovisual têm-se mostrado muito eficientes ao promover o fortalecimento da economia da cultura no País, resgatando nossa vocação para a produção cinematográfica”, afirmou a senadora Marta Suplicy.

A renúncia fiscal decorrente dos mecanismos da Lei do Audiovisual é de R$ 90 milhões ao ano. Já o impacto do Recine é de R$ 10,7 milhões ao ano. Entre 2012 e 2016, 1.036 salas de cinema foram implantadas no país, quase todas com projetos beneficiados pelo Recine.


Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura
Fonte

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Na RioMarket, Sá Leitão destaca contribuição do audiovisual para a economia criativa

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09.10.17

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, destacou a contribuição do setor audiovisual para o crescimento da economia criativa em todo Brasil durante a abertura do RioMarket, braço do Festival do Rio dedicado a negócios e debates audiovisuais. O evento ocorre desta segunda-feira (9) até 14 de outubro, no hotel Royal Tulip, em São Conrado, no Rio de Janeiro.
De acordo com Sá Leitão, o setor audiovisual vem crescendo nos últimos anos em um ritmo bem expressivo. “A área audiovisual atingiu patamares altos, representando atualmente 0,46% do PIB”, afirmou.
Para o ministro, é preciso considerar que, nos dias de hoje, um filme que, no cinema, tem 500 mil espectadores, por exemplo, não pode ser considerado um fracasso. “Quando esse mesmo filme chega à TV aberta é visto por 30 milhões de pessoas. Além disso, também é comercializado em outras plataformas de Vídeo Sob Demanda (VOD). Neste ambiente da revolução digital, da convergência, da explosão de plataformas, não podemos pensar no audiovisual somente como conteúdo para cinema”, ponderou.

Na avaliação de Sá Leitão, tão importante quanto o peso que as atividades da economia criativa já têm é o potencial que ainda podem desenvolver. “Mas temos uma longa caminhada pela frente. O Brasil tem uma matriz econômica muito baseada na economia das commodities e não em serviços de transformação. As atividades industriais ainda têm uma relevância muito grande e o setor audiovisual tem um perfil muito mais pós-industrial”, destacou.


Diálogo e mudanças

Durante a abertura da RioMarket, Sá Leitão reiterou sua disposição em estabelecer um amplo diálogo com os mais diversos setores da sociedade. “Tenho procurado criar pontes, fazer alianças e conquistar apoios em várias áreas. É fundamental ampliarmos nosso alcance e atuação”, disse.
O ministro destacou que, atualmente, a contribuição do audiovisual é muito maior do que os incentivos recebidos. “Temos, por meio do nosso trabalho, da nossa dedicação, contribuído para o país. O que nós arrecadamos na forma de tributos é muito maior do que recebemos. Um bom exemplo é a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), que nos últimos dez anos rendeu R$ 7,5 bilhões ao Estado brasileiro, dos quais somente R$ 3,5 bilhões foram repassados ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA)”.
Sá Leitão ressaltou ainda que R$ 3,5 bilhões do FSA provenientes da Condecine, pouco mais de R$ 1 bilhão foram de fato injetados nas atividades audiovisuais. “Isso se deve à burocracia, ao excesso de pontos de controle, sem nenhuma contribuição real”, lamentou o ministro.
Para resolver a questão, o Ministério da Cultura (MInC), a Agência Nacional do Cinema (Ancine) e o Conselho Superior de Cinema (CSC) estão trabalhando para que esses recursos possam ser executados plenamente. “Vamos apresentar, já em 2018, o que estamos chamando de FSA 2.0. Já sabemos onde acertamos e onde erramos”, afirmou.
A expectativa, segundo o ministro, é que, com o aproveitamento integral dos recursos do FSA, o Brasil se torne um dos cinco maiores polos do audiovisual do mundo. “Serão quase R$ 10 bilhões sendo efetivamente injetados nessa atividade. É imprescindível que esse impulso seja mais bem aproveitado pelo setor”, concluiu.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura

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I Colóquio Gestão da Cultura

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16 de Outubro de 2017

Segunda, 14h30 às 17h30.

Fundação Casa de Rui Barbosa. Rua São Clemente, 134 – Botafogo.

Entrada franca.

Será concedido certificado aos participantes.

 

O colóquio integra a agenda de trabalho da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão da Fundação Casa de Rui Barbosa, e tem por objetivo iniciar um ciclo de discussão sistemática sobre o tema da gestão no campo cultural.

Pretende-se neste primeiro evento explorar as relações gerais entre capacidades estatais, arranjos institucionais e formatos organizacionais no contexto de implementação de políticas culturais em um sistema político democrático. Se por um lado o Estado deve possuir as capacidades necessárias para implementar as políticas públicas deliberadas, por outro, arranjos institucionais democráticos e participativos requerem habilidades dos agentes públicos que excedem a mera capacitação técnica para a alocação ótima de recursos com base nos critérios clássicos de caráter instrumental: eficiência, eficácia, efetividade e excelência no uso dos meios disponíveis e escassos. Novas exigências de legitimação se impõem para além daqueles concernentes à constituição de governos representativos pela via eleitoral e ao desempenho na consecução de agendas programáticas. Para fazer frente a essas realidades são requeridos formatos institucionais que conjuguem mérito, flexibilidade, porosidade participativa e controle social, conforme as peculiaridades de cada campo de política pública.

Informações: casaruibarbosa.gov.br

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I Seminário Internacional COMCOL/CIDOC – Construindo Coleções para o Futuro

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O evento – composto de seminário, oficinas e um encontro sobre desenvolvimento sustentável de acervos – se realiza entre 17 e 20 de outubro. As palestras do seminário em si reunirão nove especialistas estrangeiros (Alemanha, Peru, Holanda, Reino Unido e Portugal) e 19 brasileiros no auditório da Fundação Getúlio Vargas (12º andar) – Praia de Botafogo, 190 – Edifício Luiz Simões Lopes (Sede) – Botafogo. As oficinas serão realizadas no MAR.

Os debates centram-se em quatro eixos:

  1. Novas estratégias para a difusão, pesquisa e significação de acervos;
  2. Processos e procedimentos de gestão de acervos;
  3. Construção e implementação de políticas sustentáveis para formação e gestão de acervos;
  4. Desafios para a manutenção de políticas e planos de preservação de acervos.

Primeira iniciativa conjunta dos comitês internacionais do Conselho Internacional de Museus (ICOM) dedicados ao desenvolvimento de coleções (COMCOL) e à documentação de acervos (CIDOC). O evento de dois dias, seguido por um dia de oficinas especializadas, tem como principal objetivo a discussão e a troca de experiências sobre formação e qualificação de acervos em museus e instituições culturais correlatas, abordando questões relativas a políticas e processos de formação, gestão e preservação de coleções.

Procedimentos técnicos de aquisição/desincorporação, avaliação, documentação e mobilidade, bem como estratégias para qualificação e ampliação da significação e difusão de coleções, integram os temas de interesse do seminário, organizado a partir de contribuições de conferencistas convidados (brasileiros e estrangeiros), mesas-redondas temáticas e apresentação de estudos de casos.

 

INFORMAÇÕES:

Seminário (evento principal)
Fundação Getúlio Vargas – 17 e 18 de outubro de 2017

Oficinas profissionais
Museu de Arte do Rio (MAR), 19 e 20 de outubro de 2017

CRONOGRAMA E VALORES: https://www.eventbrite.com.br/e/i-seminario-internacional-comcolcidoc-construindo-colecoes-para-o-futuro-tickets-36228421183

*ESTUDANTES TEM 50% DE DESCONTO NA INSCRIÇÃO.

As inscrições são realizadas unicamente pelo site. Vagas limitadas. https://comcol-cidoc2017.eventbrite.com.br/

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Curso de extensão Estratégias de Captação de Recursos e de Parcerias: inicio dia 17/10!

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17, 26 e 31 de outubro  |  18:30 h.
Prof. Silvia Finguerut

O curso visa discutir a criatividade no âmbito museal – como e que processos possibilitam um fazer criativo dentro das instituições museológicas.

A partir de exemplos com a experiência da equipe do MIAN/Museu Naif, serão abordadas estratégias para aumentar a visitação do museu e mantê-lo aberto e na mídia sem verbas tradicionais e em tempos de crise. Além disso será discutido o desenvolvimento da comunicação entre museu e o público através das redes sociais, do site e do aplicativo.

Carga horária: 9h
Valor R$ 360,00

*Parcelado em até 3x no cartão ou pagamento a vista desconto de 15%

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Secretaria de Estado de Cultura lança Programa de Ocupação de imóveis ociosos (POC-RJ)

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Fonte da imagem 

Secretaria de Estado de Cultura lança Programa de Ocupação de imóveis ociosos para ampliar a produção cultural nas dez regiões fluminenses

POC RJ estará disponível para todos e vai privilegiar as áreas de linguagens artísticas, audiovisual, artes visuais, espaços de memória e salas de leitura

Para ampliar o acesso aos bens culturais no estado, promover e estimular a produção artística e manifestações culturais das dez regiões fluminenses com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, a Secretaria de Estado de Cultura criou o Programa de Ocupação Cultural do Estado do Rio de Janeiro – POC RJ. E o que é o POC RJ? É a destinação de uso de imóveis de propriedade do estado do Rio de Janeiro, que estejam ociosos, para fins culturais e artísticos nas diversas regiões fluminenses. Ou seja, coletivos, artistas, produtores culturais, e prefeituras que quiserem apresentar suas ocupar imóveis, especificamente nas áreas de linguagens artísticas, audiovisual, artes visuais, espaços de memória e salas de leitura, poderão encaminhar uma sugestão de imóvel para o Secretário de Estado de Cultura André Lazaroni, que requisitará a utilização do espaço que esteja ocioso. Tal iniciativa, inédita, garante uma ampla movimentação em todo estado, com mais opções de acesso a programação cultural, junto ao público. Inicialmente, estima-se em cerca de 30 o número de imóveis que estarão disponíveis para ocupação cultural.

A Secretaria de Estado de Cultura vai fazer a gestão do POC RJ de forma compartilhada com instituições do setor cultural sem fins lucrativos, com instituições da iniciativa privada, prefeituras dos 92 municípios fluminenses, e ainda o Conselho Estadual de Política Cultural do RJ. Os imóveis estão em processo de mapeamento e pesquisa para imediata seleção. A distribuição do POC RJ prioriza as regiões Metropolitana, Capital, Baixada Fluminense, Leste Fluminense, Noroeste Fluminense, Norte Fluminense, Serrana, Baixadas Litorâneas, Médio Paraíba, Centro-Sul e Costa Verde. Para a destinação cultural dos imóveis, será dada uma atenção especial em áreas de territórios periféricos ou populares, com notada ausência de equipamentos culturais na cidade e/ou região. O POC RJ se configura como estratégico marco da gestão André Lazaroni, em prol do desenvolvimento da Cultura Fluminense.

Reuniões de apresentação do POC RJ já confirmadas:
Dia 5/10 – 11h: Biblioteca Municipal Governador Leonel Moura Brizola, Duque de Caxias
Dia 10/10 – 13h30: Palácio Barão de Guapi – Antiga sede da Câmara Municipal, Barra Mansa
Dia 18/10 – 14h: Cine Estação ? São Pedro da Aldeia
Descrição: https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.g

Fonte

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