Empreendimento em Produção Cultural

[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default”][vc_column_text]17/02, 03, 17, de março | 13:00h.
Profa. Júlia Zardo [/vc_column_text][vc_column_text]A proposta do curso é apresentar os caminhos do empreendedorismo na produção cultural. Aborda o setor e suas oportunidades de
negócios e desenvolvimento. Trata sobre atitude empreendedora, novos modelos de negócios e
prospecção de cenários apresentando casos reais nacionais e internacionais. Também são apresentadas
metodologias e ferramentas para o planejamento de negócios neste setor.

Carga horária:
Valor: R$ 480,00

*Desconto de 50% para alunos ativos em um dos nossos cursos de Pós-Graduação ou MBA.

*Possibilidade de parcelamento em 2x no cartão

Inscrições pelo email: pecs@candidomendes.edu.br ou no telefone (21) 3543-6489[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

ECONOMIA DA CULTURA: ESTATÍSTICAS E INDICADORES PARA O DESENVOLVIMENTO

O novo número da revista Observatório, do Itaú Cultural pretende contribuir com a demarcação da importância da produção de estatísticas e indicadores culturais para o campo da economia da cultura, com ênfase na policy e também nas estratégias de desenvolvimento. Além disso, produz um compêndio de iniciativas internacionais e nacionais consolidadas de construção de sistemas de informação e Contas-Satélites de Cultura (CSC), o que é, de fato, muito útil para iniciativas novas que se colocam no âmbito da produção de um sistema nacional integrado. Esses dois eixos dão lastro a um debate feito nesta publicação que pode ajudar a demarcar o processo de produção de ferramentas, tais como sistemas de indicadores, atlas de economia da cultura e Contas-Satélites de Cultura, repercutindo sobre seus desa os e oportunidades. A soma desses debates pode apontar possíveis caminhos para avançar nesse campo de forma mais lúcida, percebendo suas particularidades e diversidade.

A atual edição da revista está estruturada a partir de dois objetivos centrais, aos quais aderem textos de alta qualidade trazidos por renomados profissionais e pensadores nacionais e internacionais. O primeiro objetivo é contextualizar indicadores e estatísticas culturais como ferramentas para o desenvolvimento, produzindo reflexões sobre o papel da economia da cultura na conjuntura e suas relações com política cultural e produção acadêmica/técnica de indicadores e informações, enfatizando as potencialidades de uma gestão moderna e por resultados para o setor cultural. Nesse âmbito, o primeiro passo é o de um exercício taxonômico fundamental para que alguns conceitos sejam explicitados e trazidos à discussão de forma ordenada. Tal eixo é composto também do debate sobre o valor econômico da cultura trazido pelo professor Geofrey Crossick, que dialoga com o texto de Enrique Avogadro acerca de como a expectativa de preservação e multiplicação desse valor transborda em políticas públicas contemporâneas.

O segundo objetivo da revista passa pela descrição e análise de paradigmas e experiências nacionais e internacionais, relatando iniciativas consolidadas em sistemas de informação e gestão de economia da cul- tura a partir de indicadores, com ênfase nas Contas-Satélites de Cultura, mas também com espaço importante para o relato de sistemas alternativos de informações culturais diante de desa os contemporâneos. Nesse ponto, George Windsor traz uma visão privilegiada do modelo inglês de tratamento de informações em sua política pública para o setor cultural e criativo, seguido pela visão espanhola, abordada pelo trio Pau Rausell Köster, Vicente Coll-Serrano e Cristina Par- do-Garcia, e pela latino-americana, abordada por Liliana Patricia Ortiz Ospino, Diego Traverso e Ángel Moreno, sobre estatísticas culturais.