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Curso de História da Arte e Prática Museológica no CCJF

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A Historiadora e crítica de Arte, Zuzana Paternostro abordará neste módulo, A Obra de Arte no Contexto Museológico, a importância da análise de uma obra de arte para sua inserção e manutenção no contexto museológico; o processo de concepção de exposições de arte e questões de salvaguarda de pinturas em museus. Serão três aulas, sempre às quartas, com duas horas e meia de duração cada.

Dias 13, 20 e 27
Quartas
18h30
R$120,00 (desconto 50% para estudantes).
Sala de cursos

mais informações :
http://www10.trf2.jus.br/ccjf/portfolio/historia-da-arte-e-pratica-museologica-2/

NOVA CHAMADA PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO CULTURAL DA UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES – OUTUBRO 2017

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Inicia em outubro de 2017 o módulo de Gestão e Formatação de Projetos da turma de pós-graduação lato sensu em Produção Cultural da Universidade Candido Mendes (UCAM). O curso em formato modular, onde os módulos: Panorama Ilustrado das Artes, Captação de Recursos à Cultura, Produção Executiva em Ações Culturais e Conteúdos Estruturantes, complementam os 5 módulos destinados a formação neste curso pioneiro no Brasil e que vem exercendo um papel extraordinário na formação de profissionais qualificados em funções múltiplas para o setor cultural. O curso é realizado em parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).

A pós-graduação lato sensu em Produção Cultural forma e recicla pessoas para atuar nos segmentos culturais, elaborar e desenvolver todas as etapas necessárias ao domínio do negócio cultural, através de uma visão integrada das diversas áreas envolvidas: Administração, Economia, Direito, Marketing, Artes e Cultura.

O curso tem como objetivo formar profissionais para autuar de forma reflexiva e empreendedora no universo da produção de cultura no Brasil, qualificando-os para exercer funções múltiplas nos âmbitos da elaboração, planejamento estratégico, sustentabilidade, programação de conteúdo, produção e gerenciamento de projetos, eventos, ações culturais, concepção de produtos artísticos e elaboração de políticas para a cultura nos âmbitos públicos ou privados.

Na atuação executiva, o profissional poderá colaborar com Centros Culturais, Fundações, Institutos, Museus, Escolas e Universidades, Empresas, Organizações não governamentais, Prefeituras, Secretarias de Cultura, Indústria Audiovisual, Editorial e Fonográfica, Televisão, Rádio, em departamentos de marketing de empresas, setores do Patrimônio Histórico, entre outros. Há, ainda, a consolidação da capacidade de compreensão e interpretação das dimensões culturais, sociais, econômicas e políticas envolvidas nas etapas de concepção, desenvolvimento e aplicação de conceitos, na realização de projetos culturais.

No espectro social, o aluno em conclusão de curso, deverá ter capacidade para exercer plenamente a sua cidadania, através do exercício consciente da responsabilidade social, compreendendo e avaliando os impactos sociais, econômicos e políticos de suas ações, na aplicação dos conhecimentos adquiridos. Torna-se relevante também, que o agente cultural paute suas realizações pelo caráter agregador que a cultura cada vez mais assume, como importante instrumento para a melhoria da qualidade de vida e para a paz entre as comunidades e setores sociais

Montamos um currículo voltado para capacitar, de forma reflexiva e empreendedora, os profissionais que vão gerir instituições, programas e projetos culturais. As instituições de arte  e cultura se multiplicam na expansão da informação como veículo de lazer e bem de consumo, unindo conteúdos multidisciplinares dos universos da cultura e da ciência da gestão

Kátia de Marco – coordenadora acadêmica

Afinada com as novas demandas da formação acadêmica aliada às crescentes requisições do mercado de trabalho, a Universidade Candido Mendes confirma a sua atuação pioneira, consolidada em mais de 100 anos de tradição, na realização do primeiro MBA em Gestão Cultural do país, em convênio com a Associação Brasileira de Gestão Cultural.

Universidade Candido Mendes – UCAM  
Inscrições abertas

Inicio das aulas: 07 de Outubro de 2017

Carga Horária: 360h
Duração: 22 meses
Turno: manhã / tarde
Dias de aula: sábados quinzenais
Horário: 08h às 17h

Local: Campus Centro – Rua da Assembleia, 10 sala 616
Tel: 3543-6489
Emil: pecs@candidomendes.edu.br
Mais informações: https://abgc.org.br/portfolio/pos-graduacao-em-producao-cultural/

Aberto edital Rumos Itaú Cultural 2017-2018

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Em coletiva de imprensa com cerca de 50 jornalistas de todo o país, o Itaú Cultural lançou hoje mais uma edição do programa Rumos. O anúncio – feito por Eduardo Saron, superintendente do Itaú Cultural; Karla Martins, atriz, produtora e integrante da comissão do Rumos 2015-2016; Rui Moreira, bailarino, coreógrafo e integrante da comissão do Rumos 2017-2018; e Ana de Fátima Sousa, gestora do Núcleo de Comunicação do instituto – inaugura a etapa de inscrições, que são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo site rumositaucultural.org.br, de 29 de agosto a 3 de novembro de 2017.

“A grande novidade desta edição é a acessibilidade. O site é compatível com todos os softwares para cegos e pessoas de baixa visão”, destaca Ana de Fátima. O regulamento ainda vem acompanhado por vídeos com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os surdos não alfabetizados em português podem inclusive enviar as propostas e os projetos em vídeos, também em Libras.

Para divulgar o edital, o Itaú Cultural visitará todas as regiões do Brasil na Caminhada Rumos, de 4 de setembro a 26 de outubro, passando pelas 27 capitais do país. Neste ano, em algumas cidades – aquelas em que o número de proponentes inscritos costuma ser menor – será realizada uma versão estendida do encontro, a Caminhada Rumos Escuta, que lança um olhar mais apurado para a região. A ideia é criar um mapeamento e entender como o Rumos e outras ações do instituto podem acolher mais e melhor as pessoas e os projetos de cada região, além de compreender como a distância geográfica das metrópoles, a falta de investimento público e a distribuição de recursos, entre outras características, influenciam no cenário cultural dessas cidades.

A última edição do programa apoiou a realização de 117 projetos de artistas e pesquisadores de todo o Brasil – você pode conferir o resultado de cada um deles em itaucultural.org.br. No mês de setembro o instituto inaugura a exposição Narrativas do Invisível – Mostra Rumos 2015-2016, que engloba parte das iniciativas contempladas em obras feitas em diferentes suportes – de séries fotográficas a instalações audiovisuais –, além de espetáculos e debates. Os trabalhos apontam a diversidade da atual produção artística brasileira e, cada um à sua maneira, ecoam vozes de resistência à dita normalidade, ao esquecimento de lugares, grupos sociais ou questões distantes dos olhos excludentes da nossa sociedade.

Programa Rumos Itaú Cultural 2017-2018
terça 29 de agosto a sexta 3 de novembro de 2017
inscreva-se em rumositaucultural.org.br

Artigo: O começo do futuro do Rio. A economia da produção cultural é, por sua natureza, uma atividade empregadora. E é contemporânea à era do conhecimento, que é agora

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É desconcertante o tempo em que tudo dá errado e o pessimismo se realimenta, deixando a impressão de que o futuro está perdido. É o ponto em que estamos no Rio. Mas esse pode ser o momento da inflexão, se as cabeças pensarem juntas e a visão se estender para além do momento presente. O futuro não chega por fatalismo do calendário. É preciso buscá-lo. Do contrário, o tempo passa e ficamos presos no passado.

Por Míriam Leitão
Fonte: O Globo 03/09/2017

O Rio é magnético. Ele sempre atrairá a inteligência, a criatividade, o debate, a discordância, as tendências, a cultura, as invenções, a literatura, a festa, a música. Sua beleza natural é ativo, e não apenas paisagem. É a cidade ícone do Brasil, a vitrine mais visível. Muitas cidades, regiões e estados no mundo fizeram novos planos em tempos de crise e construíram o futuro em novas bases tendo menos do que temos para recomeçar. O segredo é descobrir onde está a porta de saída e qual é a vocação evidente.

O Rio é software e não hardware. A indústria pesada, de alta emissão, que enfeia a paisagem, contamina o ar e esgota os recursos não é a vocação natural do estado e muito menos da cidade. Por isso, ele nunca será bom em fazer a máquina, mas sim em construir a inteligência da máquina. A economia da produção cultural é por sua natureza uma atividade empregadora. E é contemporânea à era do conhecimento, que é agora. Aqui há seis universidades que podem ser fortalecidas e mobilizadas na produção do conhecimento.

O Rio é evento e entretenimento, para todos os públicos e nichos. A cidade tem uma rede hoteleira ampla e já instalada, o Centro reformado e uma estrutura esportiva recente, que por ser nova, é facilmente recuperável. A logística da cidade melhorou por causa da Olimpíada. Tudo está preparado para um calendário de grandes eventos musicais do pop à música clássica. A cidade tem salas com acústica perfeita para grandes orquestras, ou música de câmara, em pontos diversos e estratégicos. Tem espaços para grandes shows e espetáculos de todos os tipos.

O Rio é internacional. O calendário das promoções culturais, esportivas, econômicas, de convenções deve mirar também o público de outros países. A estrutura hoteleira comporta e requer que se atraia o público global na economia dos eventos.

O Rio é turismo. Não caberia aqui a lista dos seus ativos turísticos, que teria obrigatoriamente que conter as praias, a maior floresta urbana de replantio, o carnaval mais conhecido do planeta, a paisagem exuberante, o Cristo por bênção, braços abertos sobre a Guanabara.

O Rio é história. Ande pela cidade e você tropeçará na história do Brasil. Por aqui entrou a Corte portuguesa em seu exílio e começou a inventar um país. Por aqui entraram mais de um milhão de africanos escravizados e os marcos dessa chegada, dessa dor e força, estão à flor da terra. As marcas dos fatos espalham-se pelo Centro: Tiradentes em seu sacríficio, a princesa em seu momento áureo, a República em seus rompantes, erros e acertos, Getúlio em seu Catete, a Candelária das mobilizações. O Brasil se fez aqui.

O Rio é literatura. Grandes escritores criaram nesse cenário suas obras e seria longa a lista, mas fico com Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade. Fonte perene de inspiração de poetas e ficcionistas, o Rio é sede da Academia Brasileira de Letras e endereço de grandes editoras: Record, Rocco, Zahar, Sextante, Intrínseca, para citar algumas. Tem o mais poderoso dos eventos literários do Brasil, a Bienal, que começa agora com números impressionantes e estandes que exibem a garra do mercado editorial.

O Rio precisa saber o que é e o que tem. A crise da segurança é obstáculo a qualquer projeto, mas o estado já viu uma política dar certo, ainda que por tempo breve. Na educação, o estado deu um salto da rabeira para os primeiros lugares, com boa gestão e visão estratégica. O doloroso tempo presente não pode paralisar quem já sabe a trilha do sucesso. Quando se diz que o Rio deve reagir não é apenas para ter um lema motivacional. Há um caminho concreto de busca do futuro.

Quer saber mais sobre o setor cultural e se preparar para atuar nos segmentos culturais? Estão abertas as inscrições para pós-graduação lato sensu em Produção Cultural na Universidade Candido Mendes, para mais informações : https://abgc.org.br/portfolio/pos-graduacao-em-producao-cultural/
ou envie email: pecs@candidomendes.edu.br

ABGC participa dos COLÓQUIOS SOBRE GESTÃO CULTURAL – 2017 do Laboratório de Ações Culturais-UFF

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A Associação Brasileira de Gestão Cultural será representada no evento promovido pelo LABAC – UFF (Laboratório de Ações Culturais-UFF) – os COLÓQUIOS SOBRE GESTÃO CULTURAL – edição 2017, na pessoa da Presidente da ABGC Kátia de Marco. 
Coordenado pelo Professor Dr. Luiz Augusto Rodrigues o encontro abrange uma série de conversas sobre processos de gestão cultural e territorialidades.
O tema abordado nesta ocasião será “Perspectivas e possibilidades da gestão:instituições públicas – limites e potencialidades” , e contará com a experiência de Katia de Marco, que além de Presidente da ABGC, Coordenadora Acadêmica do PECS/UCAM , poderá dividir suas práticas e desafios em estar a frente de tão importante instituição , como Diretora do Museu Antônio Parreiras –SEC/RJ.

Data:  01 de junho

Horários:   9:30h às 13h

Local: Sala Interartes do Instituto de Arte e Comunicação Social – IACS – UFF, situado à rua Lara Vilela, 126, São Domingos.Niterói.

Avaliação e gestão cultural: perspectivas e expectativas

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A mesa-redonda “Avaliação e gestão cultural: perspectivas e expectativas” integra a programação da Semana de Avaliação na América Latina e Caribe de 2017, realização do CLEAR-LA (Centro para el Aprendizaje en Evaluación y Resultados de América Latina y el Caribe) e faz parte da programação dos Encontros com a Cultura da ABGC/UCAM, uma parceria com a Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC) e o Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Cândido Mendes (PECS/UCAM)

Público: Gestores e produtores culturais, profissionais que trabalhem com avaliação e se interessem por atuar na área cultural.

Conheça os convidados:

Daniele Dantas é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do IBICT/ECO/UFRJ com projeto de pesquisa sobre ativos intangíveis e valor em cultura. Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais (ENCE/IBGE) e bacharel em Produção Cultural (UFF), está concluindo especialização em Estatística Aplicada. Trabalha com construção de indicadores, aplicação de métodos quantitativos e processos de análise de dados para a gestão cultural. Patricia Zendron Patricia Zendron é gerente setorial do Departamento de Economia da Cultura do BNDES, departamento criado em 2006 para desenvolver instrumentos financeiros para os setores ligados à cultura, (especialmente audiovisual, editorial e games) e pelo programa de apoio ao patrimônio cultural brasileiro, incluindo o desenvolvimento de novos modelos de sustentabilidade financeira das instituições culturais brasileiras. Economista, com doutorado pela UFRJ, ingressou no BNDES por concurso em 2002.

 Paulo de Jannuzzi é professor do Programa de Pós-Graduação em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) do IBGE e professor colaborador da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Foi Secretário de Avaliação e Gestão de Informação (SAGI) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome de março de 2011 a maio de 2016, Analista Socioeconômico e Assessor Técnico da Fundação Seade (1994 a 2010) e Professor, Coordenador de Pesquisa e Extensão e Coordenador de Curso de Especialização em Gestão Pública da PUC-Campinas (1992 a 2010). Graduou-se em Matemática Aplicada e Computacional pela Unicamp em 1985, concluiu o Mestrado em Administração Pública pela Eaesp/FGV em 1994, o Doutorado em Demografia pela Universidade Estadual de Campinas em 1998 e desenvolveu projeto de pesquisa de Pós-doutoramento em Estatísticas Públicas na ENCE em 2001. Atua no campo interdisciplinar entre a Demografia e Políticas Públicas, lecionando disciplinas, desenvolvendo projetos, orientando alunos e publicando trabalhos em Estatísticas Públicas, Monitoramento e Avaliação de Programas Sociais.

Thiago Engels é Bailarino, Sociólogo e Gestor público. Bacharel em Sociologia com ênfase em Política e Produção Cultural pela UCAM, participou da extensão em Marcos Jurídicos de la Cooperación Cultural Iberoamericana na Universidad Rey Juan Carlos como parte do Programa de Profesionales Iberoamericanos en el Sector Cultural realizado pelo Ministério da Cultura da Espanha, na cidade de Madrid e, atualmente, cursa especialização em Políticas Públicas no Instituto de Economia/UFRJ e extensão EAD em Direitos Humanos pela FGV. Está na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro desde 2009 atuando, dentre outras atividades, na formulação e execução das políticas de fomento direto da Secretaria para segmentos específicos, tais como: agentes culturais comunitários, indígenas, expressões afro centradas, juventudes, entre outros. Hoje, como Coordenador de Cultura, Cidadania e Juventude, membro da Comissão de Avaliação de Projetos candidatos ao Incentivo Fiscal do Estado (Lei do ICMS) e componente do Conselho Estadual de Assistência Social desenvolve uma metodologia de acompanhamento e avaliação para o Programa Favela Criativa.

Dia: 6 de junho

Horário: 17h30

Local: Universidade Cândido Mendes | Sala Josué de Castro Endereço: Rua da Assembleia, nº 10, sala 507 – Centro – Rio de Janeiro

Entrada gratuita

Inscrição: https://goo.gl/forms/thbTErQ0KsG3LdMJ3

I Fórum Estadual dos Segmentos Artísticos Culturais do RJ

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A Secretaria de Estado de Cultura do RJ estimula e apóia o fortalecimento dos Fóruns Regionais e Fóruns Setoriais de Cultura, com reuniões e encontros nas dez Regionais Fluminenses (Capital, Leste Fluminense, Serrana, Baixada Litorânea, Norte, Noroeste, Baixada Fluminense, Centro-Sul, Médio Paraíba, e Costa Verde), como estabelecido na Lei 7035/2015 – que institui o Sistema Estadual de Cultura do RJ.

Conheça o calendário das reuniões PRÉVIAS do I Fórum Estadual dos Segmentos Artísticos Culturais do RJ, que será realizado no Teatro João Caetano (30 e 31 de maio – com abertura de inscrições, em breve), que acontecem antes do I Fórum Estadual dos Segmentos. As reuniões prévias contam com a participação junto dos artistas das cidades, gestores públicos municipais e estaduais de cultura, conselheiros municipais e estaduais de cultura.

Durante as reuniões prévias, o ponto alto é o debate inicial sobre os documentos referências de cada Plano Setorial, contemplando os diversos Segmentos (Artes Cênicas; Música; Cultura Popular; Audiovisual; Literatura; Artes Visuais (e também Museus, Patrimônio e Economia Criativa), até culminância de formulação dos Planos Setoriais, na IV Conferência Estadual de Cultura do RJ, em final de outubro de 2017.

Consulte o calendário das reuniões em sua regional no blog. As datas estão sendo atualizadas continuadamente pelos gestores da SEC e Conselheiros Estaduais de Cultura, parceiros estratégicos na movimentada agenda de reuniões prévias do I Fórum Estadual dos Segmentos Artísticos, e Fóruns Regionais. Informação de locais dos encontros. http://conselhoestadualculturarj.blogspot.com.br/

ABGC participa da Mesa de debate sobre os Desafios da Formação e Profissionalização do Gestor Cultural no Itau Cultural

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Criado em 2006, o Observatório tem como objetivo promover reflexão e conhecimento de questões referentes à gestão, economia e políticas culturais. É um espaço que, sistematiza, torna compreensível e difunde informações sobre a cultura, atuando como um instrumento para o desenvolvimento de políticas culturais plurais. Atua em pesquisa, formação e disseminação de informações.

E em comemoração aos nossos dez anos, gostaríamos de convidá-la a compartilhar conosco algumas das inquietações e anseios dos profissionais do setor cultural.

Sabemos que a formação de quadros profissionais é uma exigência para a realização de investigações com qualidade, além de colaborar para a redução da carência de profissionais especializados nos processos de gestão cultural. Assim, no dia 28 de outubro, realizaremos uma mesa de debate sobre os Desafios da Formação e Profissionalização do Gestor Cultural com José Teixeira Coelho, Kátia de Marco e Maria Helena da Cunha, mediada por Ilana Goldstein.

A programação iniciará com a apresentação do Mapeamento dos Cursos de Gestão e Produção Cultural no Brasil – 1995 a 2015, pesquisa do Observatório realizada pelas pesquisadoras Gisele Jordão e Renata Allucci, que farão uma reflexão sobre a construção do campo de conhecimento oferecido por estes cursos no Brasil, o perfil do egresso e as influências institucionais e legislativas.

A sua participação em nossa plateia enriquecerá bastante este debate.

Será um prazer tê-la conosco!

PROGRAMAÇÃO

14h30 às 14h40: Boas-vindas (Itaú Cultural)

14h40 às 15h30: Apresentação Mapeamento dos Cursos de Gestão e Produção Cultural no Brasil (Gisele Jordão e Renata Allucci)

15h30 às 16h30: Mesa: Desafios da Formação e Profissionalização do Gestor Cultural
Mediação: Ilana Goldstein

Participantes:
. Teixeira Coelho
. Maria Helena Cunha
. Kátia de Marco

16h30 às 16h45: intervalo

16h45 às 18h: Roda de Conversa

Nota de serviço:
Dia: 28 de outubro (sexta-feira) das 14h30 às 18h
Local: Instituto Itaú Cultural
Endereço: Av. Paulista, 149
Sala Vermelha (piso 3)
(estação brigadeiro de metrô)