Nova Definição de Museus – ICOM Brasil

Este ano marca uma nova etapa no debate global sobre a nova definição de museu. O International Council of Museums – ICOM divulgou a metodologia adotada e nós no ICOM Brasil resumimos cada etapa neste post. Enquanto finalizamos o relatório das discussões pós-Kyoto, já estamos nos organizando para abrir uma ampla consulta junto à comunidade brasileira de profissionais de museus sobre os conceitos e palavras-chave que a nova definição deve abarcar.

 

 

Fonte: https://www.facebook.com/IcomOfficiel/

Vaga de Museologia – Gestão de Acervo

A Fábrica de Arte Marcos Amaro é um museu de arte com foco na produção brasileira. É uma instituição privada sem fins lucrativos, localizada na cidade de Itu (SP).

Está aberta (1) vaga na área de museologia, para especialista em gestão de acervo e documentação museológica.

Enviar currículo profissional para o email museologiafma@gmail.com, contendo no assunto do email a vaga de preferência (MUSEOLOGIA – GESTÃO DE ACERVO) até as 24h do dia 24 de janeiro de 2021. 

 

Requisitos para a vaga: 

  • Formação ensino superior completo em Museologia, Artes Visuais ou História da Arte;
  • Pós-graduação em Museologia, Ciência da Informação, História da Arte e/ou MBA em Gestão de Museus;
  • Registro como Profissional de Museologia – Conselho Regional de Museologia (COREM – qualquer região).
  • Experiência comprovada de no mínimo 5 anos;
  • Domínio da língua inglesa (oral e escrita), com conhecimento da terminologia museológica;
  • Domínio do Pacote Office;
  • Prática no uso de plataformas de gerenciamento de acervo de museu de arte;
  • Domínio de processos relacionados a fluxo de acervo musealizado: logística interna e externa, documentação museológica, catalogação de obras, organização de base de dados, seguro de obras de arte, logística de transporte e outras atividades relacionadas a gestão de acervo musealizado;
  • Conhecimento dos processos relacionados à função de courier.

 

Atribuições pessoais:

  • Habilidade em logística e planejamento operacional;
  • Habilidade comunicacional;
  • Habilidade organizacional;
  • Pró-atividade;
  • Perfil de liderança;
  • Facilidade para trabalhar em equipe;
  • Facilidade para tomadas de decisões;
  • Ética e profissionalismo;
  • Respeito à diversidade.

 

Processo seletivo: 

  • 11 a 24 de janeiro de 2021:
    Primeira etapa: análise curricular
  • 1º a 12 de fevereiro de 2021:
    Segunda etapa: entrevista, prova de Inglês e teste de habilidade específica (presencial)
  • 1º. de março de 2021:
    Início das atividades

 

Local de trabalho: Fábrica de Arte Marcos Amaro (FAMA) – Rua Padre Bartolomeu Tadei, 9 – Vila São Francisco – 13300-190 – Itu/SP

Regime de contratação: CLT – 44h semanais – segunda a sexta. Ter disponibilidade para viagens técnicas e atividades presenciais/remotas aos finais de semana conforme programação prévia.

Remuneração salarial: R$4.000,00 (quatro mil reais)

Benefícios: Vale-transporte/Vale-combustível e Vale-refeição/Vale-Alimentação.

 

Dúvidas durante o processo da 1ª. Fase (11 a 24 de janeiro de 2021) enviar email para museologiafma@gmail.com

 

Fonte: https://famamuseu.org/2021/museologia-gestao-de-acervo/?fbclid=IwAR32CnT4b9tqeImrevq-2ZnC8pnUau1GLNE3PXcrLQKY3lt36FKvaQl_G0U

 

O desmonte dos aparelhos estaduais de artes visuais

Em Goiás, os equipamentos estaduais destinados às artes visuais passam da situação de claudicância institucional à de colapso cultural e social. A permanente crise se agrava e, em alguns casos, agora vira desmonte.

MAC – Museu de Arte Contemporânea

Atualmente, vemos equipamentos culturais de suma importância se deteriorarem ou serem ameaçados de desmonte pelas ações predatórias da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-GO).  São abundantes os exemplos para demonstrar o quanto a atual pasta age equivocadamente.

Seguindo o deturpado raciocínio de submissão da cultura ao turismo, o maior equipamento cultural do Estado foi repassado no ano passado à Agência de Turismo. O Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON) é um elefante branco, entretanto, sedia desde 2006 o Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC-GO), instituição inaugurada em 1988 e com mais de mil obras em seu acervo. O MAC-GO, desde que foi instalado no CCON, funciona muito precariamente e esporadicamente. Hoje, sem profissionais especializados, seu acervo se encontra ameaçado por riscos de má conservação, por danos causados no manuseio incorreto e por desvios e extravios; os quatro espaços de exposições estão ociosos e vazios; o trabalho educativo é inexistente; as portas estão fechadas ao público. É triste para Goiás ver o seu grandioso museu fechado e cego, sem exercer sua significativa função social. O primeiro dos erros talvez possa ser apontado no fato de que o Museu de Arte Contemporânea foi alienado da divisão de patrimônio e de memória, foi tratado como suvenir e não como riqueza cultural de Goiás.

No final do ano passado, a comunidade artística foi surpreendida com o encerramento abrupto das atividades do Centro Cultural Octo Marques, com o pedido de desmontagem urgente das duas exposições lá exibidas: Conjunto de Afetos: Coleção Divino Sobral, montada na Galeria Nazareno Confaloni e em parte da Galeria Sebastião dos Reis; Tereza, Eu Morri, e Morrer é Bom, da jovem artista Manuela Costa, montada na sala menor da Galeria Sebastião dos Reis. Integrantes do Programa de Exposições Virtuais no Centro Cultural Octo Marques, as duas mostras, assim como outras quatro, foram documentadas em vídeos e estão exibidas na página da Secult-GO no YouTube. Percentualmente, o Programa de Exposições nas galerias tem os maiores índices de visualização dentre todos os produtos postados pela Secult-GO na citada plataforma.

Antiga sede do Museu de Arte Contemporânea no Centro Cultural Octo Marques. Foto: Divino Sobral

Executado por pouquíssimos profissionais da casa, o Programa de Exposições Virtuais demonstrou a completa viabilidade das galerias ao produzir, montar, documentar em vídeo e apresentar pela internet – como ação de contato com o público afastado devido às implicações da pandemia, e também como ação de resistência diante da eminência de desmonte (caso da exposição de minha própria coleção) – o conjunto de seis exposições, entre individuais e coletivas, no curto período de agosto a dezembro de 2020. Porém, após a desmontagem, nenhuma palavra foi dita sobre a continuidade do programa e sobre a agenda de exposições acordadas para 2021.

O Centro Cultural Octo Marques foi inaugurado também em 1988, junto como o Museu de Arte Contemporânea de Goiás. Em 2006, o espaço que era do museu passou a ser dividido entre duas galerias: Galeria Frei Nazareno Confaloni, criada em 1977 para homenagear a memória de Confaloni (1917-1977); Galeria Sebastião dos Reis, criada em 1994 para homenagear o pintor naif Sebastião dos Reis (1957-1990). Ambas perambularam até encontrarem lugar adequado no Centro Cultural Octo Marques, de onde não devem ser retiradas.

A Escola de Artes Visuais (EAV) da Secult-GO também é um equipamento que funciona (ou funcionou) no Centro Cultural Octo Marques. Foi criada em 1991 e começou suas atividades em 1992. Nasceu do corpo do MAC-GO e depois ganhou autonomia sob a batuta de Aguinaldo Coelho, artista que a concebeu sob influência da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro.  Na EAV está a prensa de gravura que pertenceu à gravadora Dinéia Dutra (1954-1988), doada pela família após a morte trágica da artista, ocorrida também no mesmo ano de inauguração do Centro Cultural Octo Marques. Pela escola passaram muitos estudantes de arte, como, por exemplo, um dos maiores artistas brasileiros da atualidade, o celebrado goiano Dalton Paula.

De uns anos para cá, o corpo de professores da Escola de Artes Visuais foi desidratado, quase secou. Em 2020, restava apenas um profissional operando dentro da instituição, que há um ano está sem direção nomeada por portaria. Apesar das dificuldades, o trabalho de formação de artistas desenvolvido pelo Ateliê Livre – Programa de Residência Artística conseguiu resultados bastante exitosos, mostrados na exposição Tubo de Ensaio, exibida na Galeria Sebastião dos Reis, em Goiânia, e na Galeria Antônio Sibasoly, em Anápolis, nos anos de 2019 e 2020, respectivamente. O vídeo da exposição também está disponível na conta da Secult-GO no YouTube, portanto, a qualidade do trabalho desenvolvido pode ser conferida pelo registro videográfico.

Composta por 14 artistas, a segunda turma do Atelier Livre estava em pleno andamento, apesar das restrições impostas pela pandemia, quando foi interrompida pela ordem vinda da Secult, sem nenhuma explicação ou motivo que justificasse o término das atividades. O professor foi afastado da função, transferido de unidade e a turma foi ignorada. Violência, arrogância e desrespeito andam juntas neste exemplo de desmonte.

Equipamento cultural mais democrático e acessível da Região Metropolitana de Goiânia, pois qualquer estudante de arte, jovem artista, ou pessoa interessada em artes visuais pode chegar lá com apenas uma passagem de ônibus, o Centro Cultural leva o nome do pintor Octo Marques (1915-1988), pioneiro dos pioneiros da arte goiana, e agrega em suas paredes importantes camadas da memória da História da Arte em Goiás. É um aparelho que pertence historicamente às artes visuais e que agora corre o risco de ter sua memória apagada, uma vez que deve ser desvirtuado de sua função para ser transformado na Gerência de Inovação e Empreendedorismo Cultural.

Saliento que uma gerência de natureza burocrática não requer um espaço como aquele, especialmente preparado para receber as manifestações das artes visuais e por onde já passaram importantes exposições de Siron Franco e Ferreira Gullar, Ana Maria Pacheco, Antônio Poteiro, Cleber Gouvêa, Marcelo Solá, Selma Parreira, Irmãos Campana, Caio Reisewitz, Daniel Acosta, Marco Paulo Rolla, entre muitos outros nomes de relevância da arte em Goiás e no Brasil.

O que acontece aqui e agora é o ataque à arte e a afirmação do obscurantismo, danoso a toda sociedade.

 

Fonte: http://ermiracultura.com.br/

São Pedro da Aldeia entrega obra do 1º Museu do Sal do Brasil

Devido à pandemia do coronavírus, não houve solenidade aberta ao público


Museu Regional do Sal Manoel Maria Mattos . Foto: Divulgação

 

Com o objetivo de cultuar e preservar a memória da indústria salineira, que faz parte da história da Região dos Lagos, a Prefeitura de São Pedro da Aldeia construiu o primeiro Museu do Sal do país às margens da RJ-140, no bairro Balneário. A obra, que foi executada com recursos federais e municipais, foi entregue nesta quarta-feira (30/12), pelo prefeito Cláudio Chumbinho. Devido à pandemia do coronavírus, não houve solenidade aberta ao público. O ato reuniu apenas alguns integrantes da família Mattos, doadora da área e que dá nome ao museu, o secretário adjunto de Turismo, Luiz Carlos Rocha e a secretária de Urbanismo e Habitação, Liane Martins.

O Museu Regional do Sal Manoel Maria Mattos vai mostrar aos visitantes imagens e objetos com as formas de produção dessa indústria e cultura, que teve seu auge nas décadas de 50 e 60. No salão de exposição, ficarão expostos objetos referentes às salinas, como rodos, moinhos, carrinhos e outros, além da estátua de um salineiro em tamanho natural.

O prefeito Cláudio Chumbinho contou que não pensou duas vezes ao conhecer o projeto do museu e imediatamente iniciou as tratativas para legalização da doação do imóvel da família Mattos e a busca de recursos para execução da obra.

“Estou feliz em conseguir realizar um sonho antigo de muitos aldeenses. Agradeço ao Jacyr Mattos e a todos que colaboraram para esse empreendimento. Acredito que vamos deixar um legado histórico e cultural para futuras gerações, inclusive, para muitos que não tiveram a oportunidade de conhecer uma salina” acredita.

 

Ao lado da família Mattos e Silva, o prefeito Cláudio Chumbinho entrega obra do Museu Regional do Sal Manoel Maria Mattos
Ao lado da família Mattos e Silva, o prefeito Cláudio Chumbinho entrega obra do Museu Regional do Sal Manoel Maria Mattos | Foto: Divulgação

 

O secretário adjunto de Turismo, Luiz Carlos Rocha, que acompanhou de perto a obra, informou que a pandemia do coronavírus alterou o cronograma, mas as equipes se dedicaram e trabalharam bastante para concluírem o projeto.

“Agradeço a todos que colaboraram, em especial ao artista Flávio Rangel. Ele e equipe cuidaram de todos os detalhes da exposição das peças, fizeram a belíssima maquete que reconstitui o funcionamento de uma salina e a estátua do salineira em tamanho natural”, pontuou o secretário.

Doação

O Museu foi construído em área doada pelo empresário Jacyr Mattos da Silva, herdeiro dos pioneiros da indústria salineira na região. Ele participou ativamente das etapas de organização do novo ponto turístico e cultural da cidade.

“Estou feliz e emocionado. Meu pai e meu avô certamente ficariam orgulhosos dessa minha decisão que representa uma forma de agradecimento à sociedade que nos recebeu de braços abertos e nos adotou desde nossa chegada de Portugal, há mais de um século”, afirmou.

A história do sal

No século XVIII, existiam nove salinas na região. A primeira  a ser construída foi a Perynas, em Cabo Frio, que sobrevive até hoje. Mais tarde, a produção cresceu e havia cerca de 120 salinas em toda Região dos Lagos. No início dos anos 40, as salinas da Lagoa de Araruama estavam entre as maiores produtoras de sal do país.

De  acordo com o pesquisador e assessor especial da Secretaria Adjunta de Turismo, Geraldo Ferreira, a história do sal na região tem início no século XVII, quando os índios observaram que, em determinados pontos da Lagoa de Araruama, nas temporadas sem chuva, formavam-se montes de sal, o que gerou competição com a Coroa Portuguesa, que tinha seu próprio sal e proibiu a concorrência. No século XIX, a cultura do sal foi liberada e iniciou-se o processo de instalação de salinas, tecnologia do moinho e outras, que foi acelerado nos meados do século XX.

“Chegamos a ter 70 salinas em São Pedro da Aldeia e cerca de 130 em toda região. Hoje, não temos mais nenhuma na cidade e apenas uma em funcionamento em Cabo Frio. Temos duas causas principais para isso: a concorrência com a indústria salineira do Rio Grande do Norte e a construção da Ponte Rio Niterói, que alavancou o mercado imobiliário na região, fazendo com que muitos salineiros preferissem desativar suas salinas e investir no mercado ascendente” explicou Geraldo.

Projeto susta decisão da Ancine que diminuiu orçamento do setor audiovisual

Proposta também questiona decisão que extinguiu o regulamento geral do Programa de Desenvolvimento do Audiovisual

O Projeto de Decreto Legislativo 541/20 susta os efeitos de deliberação da Agência Nacional do Cinema (Ancine) que cancelou os repasses de dinheiro relativo a diversos editais do ano passado e definiu para o setor um orçamento de cerca de R$ 410 milhões, menor que a previsão de arrecadação, que é de R$ 695 milhões.

A proposta é de autoria da deputada Áurea Carolina (Psol-MG) e de outros nove deputados de partidos da esquerda.

bartekwardziak/Depositphotos
Cultura - Sala de cinema - cinemas - cinema - filmes - filme - Sala de cinema vazia
Deliberação da Ancine diminui orçamento para o setor do audiovisual

A deliberação da Ancine ainda extinguiu o regulamento geral do Programa de Desenvolvimento do Audiovisual (Prodav), decidindo que as normas, diretrizes e critérios sejam definidos em cada edital separadamente – o que foi criticado pelos deputados. “A medida gera casuísmos a partir de regulamentos distintos, tornando o processo ainda mais lento e burocratizado”, afirmam.

Segundo argumentam na justificativa do projeto, “a deliberação da Ancine representa claro desrespeito à ordem constitucional, ao não só não garantir o incentivo à cultura, mas coibi-lo, com regras diferentes de seleção que podem privilegiar determinados segmentos em detrimento de outros, colocando em risco a garantia de diversidade cultural assegurada pelo magno texto.”

Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

ENCONTROS INSPIRADOS

Em fevereiro a Inspirações Ilimitadas realizará três encontros com incríveis mulheres que inovam, atuam e lideram museus e organizações culturais, mediados pela museóloga

Mariana Varzea, curadora dos Encontros Inspirados.
‼ PROGRAMAÇÃO ATUALIZADA:
No dia 02/02 Kátia de Marco (Museu Antônio Parreiras),  Ana Carolina Maciel Vieira (Museu Casa do Colono), Joana Pires (Museu do Amanhã) e Leticia Fernandes (DigiMusa) vão trocar ideias sobre Museus do Estado do Rio e Transformações Digitais!
No dia 09/02 Claudia Porto (MuseumWeek), Bruna Cruz (Oi Futuro) e Camila Aderaldo (Museu Da Língua Portuguesa) vão mostrar como práticas e experiências de Museus, por meio das ferramentas digitais, têm criado novas memórias
No dia 11/02 Andréa Bueno Buoro (Intermuseus), Carla Nieto Vidal (Gengibre Criativo) e Marta Porto vão falar sobre a importância da Empatia como um valor para os Museus!
Os encontros serão transmitidos pelo Facebook da Inspirações Ilimitadas, sempre às 18h30!
O Futuro é Coletivo! O Futuro é Mulher! Nos encontramos lá!
Os Encontros Inspirados são idealizados e realizados pela Inspirações Ilimitadas, com apoio da Lei Aldir Blanc, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa RJ, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
Fonte: https://www.facebook.com/InspiracoesIlimitadas/

URGENTE – *Pedido de Publicação da Medida Provisória de Prorrogação da Lei Aldir Blanc*

Se, *nas próximas 24 horas*, o governo federal não publicar uma *Medida Provisória prorrogando a Lei Aldir Blanc*, _centenas de milhões de reais serão devolvidos aos cofres do Governo Federal._
As informações que nos chegam é que a *MP já se encontra no Ministério da Economia.*
Nossa proposta de mobilização agora é que agente culturais de todo o Brasil postem, de forma cortês e pacífica, pedidos de publicação dessa MP nas redes sociais do Secretário Especial da Cultura Mário Frias e do Ministro do Turismo Gilson Machado.
O momento requer intensa mobilização, emergencial e amistosa.
*Mande mensagens como essa: Senhor Secretário/Ministro*: garanta a publicação urgente da MP que prorroga a Lei ALdir Blanc.
Será importante não apenas para a classe artística, mas para toda a cadeia produtiva e a sociedade como um todo. 2021 vai ser também um ano difícil .
_Instagram e Twitter do Secretário Especial da Cultura Mário Frias_
*Twitter*
@mfriasoficial
_Instagram e Twitter do Ministro Turismo Gilson Machado._
*É hora de acionarmos o máximo de pessoas para que mandem mensagem pedindo a publicação desta MP.*

Carta Aberta – Prorrogação Lei Aldir Blanc – ABGC

A Associação Brasileira de Gestão Cultural-ABGC enviou hoje Carta Aberta para 113 deputados, estaduais e federais, e vereadores do Estado do Rio de Janeiro, somando à iniciativa de inúmeros coletivos e instituições brasileiras que também manifestaram-se junto aos Poderes Legislativo e Executivo dos Estados e Municípios Brasileiros, com o pleito resultante de uma ampla mobilização do setor cultural, a fim de reivindicar a urgência na prorrogação do prazo de execução da Lei de Emergência Cultural Aldir.

Clique aqui para acessar a carta na íntegra.

Carta Aberta - Prorrogação Lei Aldir Blanc - ABGC.docx

 

 

Nota de Repúdio

A Associação Brasileira de Gestão Cultural – ABGC, vem a público manifestar-se em repúdio ao desmonte do setor cultural nas instituições federais de cultura do país, com mais esta nomeação politico-ideológica para ocupação de importante cargo técnico voltado à preservação do patrimônio brasileiro, na Diretoria do Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN, contrariando a tradição de isenção precípua para o exercício de sua missão institucional.

Participação em redes, sistemas e parcerias

Levantamento dos principais sistemas, organismos e programas internacionais que tenham interface com museus do Brasil/América do Sul. Como implementar um intercâmbio/parceria entre museus brasileiros e estas instituições? Desafios, vantagens e gargalos na parceria com redes e sistemas no campo dos museus. Apresentação de casos.

Formato: Videoaulas

Conteúdo: 3 Aulas

Professor: Thiago Massagardi