Começa hoje a DMX Brasil 2022!

A DMX Brasil 2022 está chegando! A conferência musical pela internet! 2 dias inteiros com um timaço de artistas, músicos e produtores!*
Na próxima quarta e quinta-feira, 22 e 23 de Junho a partir das 18:00 você vai poder embarcar com a gente pelo Youtube, Instagram e Facebook pra mais de 8 horas completa de workshops e painéis exclusivos com uma seleção de peso!!

Dia 1 – https://www.youtube.com/watch?v=IBkJViFm1K8&feature=youtu.be

Dia 2 – https://www.youtube.com/watch?v=__AE2cpLxdc

Preparados e preparadas?

Vem pra DMX!

Por que e para quem a UniBH está oferecendo o MBA em Gestão Socioambiental e Sustentabilidade – ESG ?

Por que e para quem a UniBH está oferecendo o MBA em Gestão Socioambiental e Sustentabilidade – ESG ?

“-O mercado necessita de profissionais com especialização em gestão com base nos princípios da sustentabilidade, buscando resultados econômicos, diminuindo as desigualdades sociais e preservando o meio ambiente. Esse será o foco do curso.” – Prof. Dr. Márcio Schiavo

No episódio dessa semana o convidado é o Prof. Gledson Guilherme Dos Santos Coordenador dos cursos de Pós Graduação do UniBH,

Ouça abaixo, ou nas principais plataformas !

Conheça mais sobre o curso em: https://pos.unibh.br/cursos/gestao-socioambiental-e-sustentabilidade-esg/

Ou entre em contato via WhatsApp: 24 9.9315-1892

Ataque à Lei Rouanet ameaça atividades culturais

Por: Nelson Rubens Kunze

Via: Concerto.com

Instrução Normativa recém-lançada não alterou as exigências draconianas impostas pelo governo federal para a utilização da lei de incentivo à cultura; Festival de Inverno de Campos do Jordão não consegue liberar os recursos de patrocinadores privados

Na coletiva de imprensa realizada ontem pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa e pela Fundação Osesp para a apresentação da nova edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão (leia aqui), o secretário Sérgio Sá Leitão e o diretor executivo da Osesp, Marcelo Lopes, afirmaram que não foi possível liberar os patrocínios captados da iniciativa privada por meio da Lei Rouanet. Assim, o custo total do festival, R$ 6 milhões, será integralmente pago pelo orçamento do governo do estado.

“A questão pontual, deste ano, sobre a Lei Rouanet, diz respeito a problemas de duas ordens”, explicou Lopes. “A primeira é uma questão conceitual: existe um decreto do ano passado que limita bastante a possibilidade de operação de programas como o da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. O segundo problema é de ordem burocrática mesmo: temos encontrado muitos entraves na realização de gestões junto à Secretaria Especial de Cultura com o sistema Salic. […] Isso nos impede, até esse momento, de lançar mão dos recursos da Lei Rouanet que estão lá depositados.” E o secretário Sá Leitão emendou: “Lamentavelmente, seja por conta de uma Instrução Normativa e de um decreto extremamente restritivos lançados pelo governo federal, seja porque o plano anual da Fundação Osesp para 2022 não foi aprovado, seja porque não houve autorização para movimentação dos recursos que estão disponíveis, que foram captados junto aos patrocinadores no final de 2021 – por esses três fatores, combinados, não está sendo possível utilizar os recursos da lei federal de incentivo à cultura”.

O que a direção da Osesp e a secretaria de cultura descrevem com palavras brandas é externado com exaltação e nervosismo nos bastidores do mundo cultural. Gestores afirmam que, se o governo insistir no travamento da Lei Rouanet, a partir do ano que vem diversas instituições culturais não terão meios de seguir com suas atividades.

Guerra à cultura

Em 2021, o governo Bolsonaro publicou um controverso decreto que subverteu a natureza conceitual da Lei Rouanet. (Na época, a oposição e a Ordem dos Advogados do Brasil apresentaram uma ADPF, arguição de descumprimento de preceito fundamental, que até hoje está em análise no Supremo Tribunal Federal.) Em seguida, o governo editou uma draconiana Instrução Normativa (IN), que é o instrumento que estabelece as regras para a operacionalidade da lei. Se a burocracia da SEC já antes não dava conta da análise dos projetos, as novas determinações complicaram ainda mais a vida das instituições e dos órgãos culturais.

A Instrução Normativa, ao limitar o escopo da lei, excluiu salas de concertos, teatros de prosa, teatros de ópera com corpos estáveis e companhias de teatro, dança e ópera independentes que realizam temporadas. Além disso, as regras restringem as atividades dos grupos as suas próprias sedes, tornando inviável a circulação de espetáculos, turnês ou itinerâncias. Limites de preços para pagamento de aluguel de teatros, valor máximo de cachês artísticos e tetos para pagamento de direitos autorais e Ecad não refletem a prática do mercado, inviabilizando eventos, impedindo a apresentação de bons artistas e prejudicando a programação de obras de compositores brasileiros ou de obras que não estão em domínio público. A IN também determina que um patrocinador não pode apoiar o mesmo projeto por mais de dois anos consecutivos, o que na prática compromete o trabalho de instituições que realizam temporadas construindo uma relação de confiança e duradoura com seus mantenedores.

Assim, foi unânime a crítica do setor cultural à IN, fazendo com que diversas associações representativas – entre elas também o Fórum Brasileiro de Ópera, Dança e Música de Concerto – redigissem documentos apontando os entraves e propondo modificações, quando não reivindicando o total cancelamento do instrumento. A própria Funarte, órgão federal vinculado à Secretaria Especial de Cultura, emitiu uma nota técnica com sugestões de alterações da Instrução Normativa.

Após as pressões, e com a nova direção na SEC – Hélio Ferraz assumiu como secretário no lugar de Mário Frias, que deixou o cargo para concorrer às eleições –, finalmente ontem, após longa expectativa, uma nova Instrução Normativa foi publicada. Infelizmente, contudo, a esperança de uma revisão acabou frustrada: a nova IN alterou apenas alguns parâmetros legais, deixando intocados os principais pontos críticos da versão anterior.

Os sertanejos

A discussão em torno da Lei Rouanet ganhou uma nova dimensão após o cantor sertanejo Zé Neto ter feito críticas à cantora Anitta – desafeto de Bolsonaro –, afirmando que, ao contrário dela, ele não dependia da Lei Rouanet para as suas apresentações (depois Anitta publicamente afirmou que ela também nunca se utilizou da lei). Ocorre que o show que Zé Neto estava realizando, na cidade de Sorriso, em Mato Grosso, era patrocinado diretamente com recursos públicos da prefeitura.

O acontecimento acabou chamando a atenção para uma prática comum (e complexa), que são os shows e eventos culturais contratados e bancados diretamente pelo poder público. Descobriu-se que muitas vezes, e sem o devido rigor fiscal, pequenos municípios brasileiros promovem shows com estrelas sertanejas cujos cachês ultrapassam a cifra do milhão.

A história toda acabou se refletindo positivamente sobre a Lei Rouanet, já que nela os recursos públicos investidos são transparentes e podem ser acessados por todos, o valor dos serviços e cachês têm limites, os gastos são fiscalizados e os promotores prestam contas em diversas instâncias.

Para o enquadramento de uma ação cultural na Lei Rouanet, o proponente tem que seguir um longo percurso legal, que exige um objetivo, uma justificativa, o detalhamento do projeto, a descrição e o cronograma de trabalho, a definição do público que será beneficiado, a contrapartida social e de acessibilidade, um detalhado e rigoroso orçamento com teto de valores, pareceres de especialistas e aprovação pela Cnic. Depois, é necessário captar os patrocínios de empresas privadas, que por sua vez também vão analisar o projeto. E, para quitação final, o proponente tem que apresentar uma detalhada prestação de contas.

A Lei Rouanet é uma lei republicana que atende milhares de projetos no Brasil, de grandes instituições públicas a pequenas iniciativas privadas. E, claro, é absolutamente legítimo que ela seja sempre revista e aprimorada.

Mas não é isso a que se propõe o governo Bolsonaro. A sua guerra contra a cultura joga no lixo uma das melhores legislações culturais brasileiras de todos os tempos. É preciso defender a Lei Rouanet. Sem ela, a cultura perecerá.

Artistas com mais de 70 anos lançam carta a favor da derrubada dos vetos às Leis Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo

Por: Ancelmo Gois

Via: O Globo

Uma carta assinada por baluartes da Cultura brasileira, todos com mais de 70 anos, e endereçada ao Congresso Brasileiro pede a derrubada dos vetos às Leis Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo, que serão votados amanhã.
Um trecho: “Não pedimos por estas Leis em benefício próprio, mas pelos que virão depois de nós. É uma aposta no futuro da cultura brasileira, que passará a contar com um modelo de financiamento capaz de concretizar o que está escrito em nossa Constituição Federal.”

Segundo a carta, a derrubada dos vetos permitirá um investimento no setor cultural de R$ 3,8 bilhões ainda em 2022 e de R$ 3 bilhões anuais a partir de 2023: “A cultura e a arte geram cerca de 6 milhões de empregos diretos no Brasil e respondem por 4% do Produto Interno Bruto.

Entre os que assinaram estão Caetano Veloso, Chico Buarque, Emiliano Queiroz, Fagner, Fernanda Montenegro, Gilberto Gil, Leci Brandão, Lea Garcia, Lia de Itamaracá, Luiz Carlos Barreto, Ivan Lins, Maria José do Boi de Maracanã, Marieta Severo, Renato Teixeira e Zuenir Ventura.

A votação deverá acontecer ou em 28/06 ou dia 05/07. Mais provavelmente dia 05/07. O senador Pacheco deu a garantia de votação e que há uma busca de acordo para derrubar os dois vetos. Caso a votação fosse amanhã, de acordo com o presidente do Congresso, seria o risco da manutenção dos vetos ou de um dos vetos. Então, é bora seguir na pressão firme. Temos os votos para derrubar e precisamos manter a temperatura alta.

PodCast Nosso Futuro Comum: MBA em Gestão Socioambiental e Sustentabilidade

“Eu sou Marcio Schiavo, Coordenador de Conteúdo do MBA em Gestão Socioambiental e Sustentabilidade e ESG. Contaremos nesse primeiro programa com a Coordenadora Acadêmica do curso e Presidente da ABGC, Kátia de Marco .”

Nesse primeiro programa conversaremos com Sérgio Besserman Vianna, Coordenador Estratégico do Climate Reality Project Brasil, e o tema dessa conversa será “A principal agenda contemporânea: a sustentabilidade de nosso PLANETA, A TERRA.”

Ouça abaixo, ou nas principais plataformas !

Conheça mais sobre o curso em: https://pos.unibh.br/cursos/gestao-socioambiental-e-sustentabilidade-esg/

Ou entre em contato via WhatsApp: 24 9.9315-1892

 

A Presidente da ABGC Kátia de Marco em entrevista Bastidores do Poder da Rede Bandeirantes

https://youtu.be/jpQ0m8aqwGw

Trecho da entrevista de Kátia de Marco Presidente da ABGC dada ao programa Bastidores do Poder da RÁDIO BANDEIRANTES CAMPINAS hoje dia 09/05/2022 sobre o veto de Jair Bolsonaro as Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc II, aprovada pelo Senado em 23/03/2022(PL 73/2021), que repassaria anualmente R$3 bilhões aos governos estaduais e municipais para as produções artísticas e espaços culturais, amplamente afetados pela Pandemia de Covid-19. O que ocasionou o desemprego de mais de 900 mil trabalhadores que perderam postos de trabalho, fomentos e bilheterias nas atividades, produtos e serviços oferecidos pelo setor cultural.

 

Bastidores do Poder – com:

Zezé de Lima Rose Guglielminetti

https://bandmulti.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/radiobandeir…

Instagram: @radiobandeirantescampinas

Twitter: @radiobandcps

 

Assine a Petição e junte-se à ABGC pela derrubada do veto contra a Lei Aldir Blanc II

Junte-se à ABGC pela derrubada do veto contra a Lei Aldir Blanc II

Petição pública contra o veto do Presidente Bolsonaro à Lei Aldir Blanc II, aprovada pelo Senado em 23/03/2022(PL 73/2021), que repassaria anualmente R$3 bilhões aos governos estaduais e municipais para as produções artísticas e espaços culturais, amplamente afetados pela Pandemia de Covid-19. O que ocasionou o desemprego de mais de 900 mil trabalhadores que perderam postos de trabalho, fomentos e bilheterias nas atividades, produtos e serviços oferecidos pelo setor cultural.

A Associação Brasileira de Gestão Cultural dirige essa petição aos parlamentares do Congresso Nacional que aprovaram a Lei Aldir Blanc II, conclamando para que mobilizem-se pela derrubada do veto.

 

Assine aqui!

Aula Aberta do MBA em Gestão de Museus e Inovação – SP

A ABGC, a EXPOMUS e a UNIMAIS, em parceria com o Museu da Língua Portuguesa, convidam vocês para assistir a Aula Aberta da pós-graduação MBA em Gestão de Museus e Inovação – SP, com a convidada internacional, Profa. Me. Suay Aksoy, ex-presidente do ICOM, consultora em gestão e curadora de museus e abordou o tema “A mudança de paradigma, nosso mundo volátil e o museu em andamento”, com a mediação das coordenadoras do curso, Profa. Kátia de Marco e Profa. Maria Ignez Mantovani Franco.

Conheçam o programa do curso completo em: https://www.abgc.org.br/mba-em-gestao-de-museus-e-inovacao-sp/

 

Curadoria e modelagem de projetos – Profª Dra. Mariana Várzea

Definição e função de um projeto. Adequação da ideia em pensamento estruturado para o projeto. Elaboração de textos dirigidos. Formatação das principais etapas de um projeto. Análise de viabilidade. Contextualizar o perfil de público. Desenvolvimento de estratégias de ação. (12 horas)

Carga horária: 12h
Dias: 09, 30/04 e 14/05
horário: 09h às 13h
Formato: Aulas híbridas  (zoom e MAM Rio)
Investimento: 380 reais
Inscreva-se:

    Gestão de projetos – Prof. Esp. Pablo Castellar

    Gestão e curadoria de projetos culturais. O profissional e a gestão de projetos. A modelagem de projeto, O projeto cultural, Escrevendo um projeto. A Gestão de riscos, recursos humanos, oportunidades, jurídica, contratos, tempo, custos, comunicação, contrapartidas e qualidade.

    Carga horária: 12h
    Dias: 09, 30/04 e 14/05
    horário: 14h às 18h
    Formato: Aulas híbridas  (zoom e MAM Rio)
    Investimento: R$380,00 reais
    Inscreva-se: