Museus e Turismo

Professora:
Profª. Me. Maíra Freire

Carga horária:
08horas

Data:
04 de Abril

Resumo do conteúdo:

Turismo como fenômeno econômico, espacial e social. Composição do Produto Turístico. Mercado Turístico. Turismo Cultural: práticas européias x práticas latino-americanas. Literatura de referência. Cidades, cidadãos, turismo e lazer. Políticas públicas de cultura e turismo. Museus como destino de lazer e de turismo. Turistas nas Pesquisas de perfil e de satisfação de visitantes. Estudos de casos.

Comunicação Digital em Museus

Professora:
Profª Claudia Porto

Carga horária:
08horas

Data:
18 de Abril

Resumo do conteúdo:

Museus na Internet e museus virtuais; comunicação digital; redes em museus; o uso das tecnologias da informação no relacionamento com os públicos, O uso das mídias sociais em museus cases de uso de sites, blogs, Facebook, Twitter e Instagram em museus.

Comunicação em Museus

Professora:
Profª. Drª. Rosane Carvalho

Carga horária:
12horas

Data:
15 de Fevereiro, 07 e 21 de Março

Resumo do conteúdo:

Conceitos de Marketing. Planejamento de Marketing, características do marketing mix (“5Ps”) e do composto de comunicação voltados para museus. Comunicação integrada de Marketing. O Programa de Comunicação e Marketing dentro do Plano Museológico. A construção e o fortalecimento da imagem e dos relacionamentos estratégicos do museu na sociedade refletindo sua missão e valores. Modelos de gestão de museus brasileiros e estrangeiros apoiados nas ferramentas: membership individual e de empresas, eventos especiais, relações públicas e publicidade, publicações, livrarias, lojas, design de produtos e restaurantes.

Branding e Posicionamento Institucional

Professora:
Profª. Me. Lucimara Letelier

Carga horária:
12horas

Data:
01 e 15 de Fevereiro e 07 de Março

Resumo do conteúdo:

Construção da marca e da identidade do museu com posicionamento institucional norteador da sua oferta de produtos e serviços voltados para a longevidade e a sustentabilidade financeira do museu. Os valores da marca aplicados em atração e fidelização de públicos, geração de receita própria, diferenciação e diversificação de produtos, segmentação de mercados, vendas e distribuição. Impacto sobre programas de assinaturas e sócios.

Curso de Extensão – Inovação em Museus

Professor:
Prof. Luís Marcelo Mendes

Carga horária:
08horas

Data:
18 de Janeiro e 01 de Fevereiro

Resumo do conteúdo:

Estudos diagnósticos e de vocação institucional; Estudos de casos de Programas de Requalificação de Museus, Construção da marca; posturas inovadoras nacionais e internacionais. Novos caminhos da Museologia contemporânea. Apresentação de exemplos dos livros Reprograme.

Ministério Público quer que atos de Alvim na Cultura sejam anulados

Segundo procuradora, edital e nomeações de ex-secretário devem ser invalidados

BRASÍLIA – A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão que integra o Ministério Público Federal, enviou nesta segunda-feira à Procuradoria da República no Distrito Federal um pedido de responsabilização administrativa e criminal contra o ex-secretário de Cultura Roberto Alvim. No documento, a procuradora Deborah Duprat pede a nulidade do edital que lançou o Prêmio Nacional das Artes, bem como das nomeações feitas pelo então secretário no período em que esteve no cargo.

“O agente público em questão tem, pelo menos, admiração pela perspectiva de arte do nazismo. E como sob o seu cargo se desenvolviam todas as medidas relativas à cultura, não é demasiado concluir que, no período em que o ocupou, levou para essa área a compreensão estética que tão desabridamente revelou no vídeo”, anotou a procuradora

Segundo a PFDC, o vídeo do ex-secretário é inconstitucional. “A mera destituição do cargo não é resposta suficiente a uma conduta que atinge os valores estruturantes da Constituição brasileira”, diz o texto. “Suas implicações são tamanhas que é possível concluir que o ex-secretário orientou toda a sua gestão inspirado pelo ideário anunciado. Nesse sentido, as nomeações que realizou devem ser declaradas nulas, porque não é possível conviver com a dúvida de que subsistam, naquela secretaria especial, pessoas que sigam adiante com os mesmos propósitos”, conclui a procuradora.

Ainda de acordo com a PFDC, a Lei 8.429, de 1992, estabelece que agentes públicos são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade. “A lei diz que constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições”, observou Duprat.

 

Fonte:

https://oglobo.globo.com/cultura/ministerio-publico-quer-que-atos-de-alvim-na-cultura-sejam-anulados-24201694?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar

Bancos começam a criar estruturas para ‘endowments’

Com segurança trazida por novo marco legal, instituições e entidades se mobilizam

Com o melhor entendimento do novo marco legal para os “endowments” – fundos patrimoniais constituídos para captar e gerir doações – bancos brasileiros começam a se mexer para atender famílias e entidades culturais, de saúde e educação que queiram se organizar para essa estrutura de governança destinada a ser uma fonte de recurso de longo prazo para causas filantrópicas. O que está em jogo é um mercado que, se aqui ainda engatinha, no mundo movimenta cerca de US$ 1,5 trilhão, segundo dados do Hauser Institute for Civil Society e do Banco Mundial.

O BTG Pactual, por exemplo, tornou-se o gestor do endowment da PUC-Rio. O Santander Brasil criou, dentro da área de grandes fortunas, uma célula dedicada ao segmento. Deve apoiar, e depois gerir, o fundo da Unesp e também conversa com a Liga Solidária para auxiliar numa estrutura de recursos perene para a entidade. Na Itaú Asset Management esse tipo de demanda vem sendo atendida pelo time de soluções financeiras (“solutions”) da instituição.

 

A lei 13.800 foi sancionada em janeiro do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro e trouxe um novo arcabouço para organizações do terceiro setor. Na prática, a legislação espelha boas práticas de governança corporativa para os endowments. As estruturas nascem casadas com conselhos de administração e fiscal e um comitê de investimentos. O novo modelo também segrega os recursos patrimoniais da causa propriamente dita. Quando há a constituição de um fundo, o patrimônio construído é preservado e, na maioria das vezes, somente os rendimentos são aplicados nos projetos.

“O endowment possibilita trazer perpetuidade, conveniência e transparência para os recursos, para a base do legado familiar ou institucional da causa em si”, diz Alberto Monteiro Queiroz, vice-presidente da divisão de wealth management do Santander.

O executivo conta que como banco global, com um olhar para estruturas de financiamento de causas filantrópicas em outros países, o Santander no Brasil já tinha uma abordagem interna para o tema. O que fez agora foi desenvolver uma divisão orientada para os endowments num time que combina profissionais da área jurídica, de investimentos e de filantropia. Pelo mapeamento que fez dentro do banco, há potencial de atingir patrimônio de R$ 1 bilhão no primeiro ano.

Monteiro explica que o Santander não vai entrar com contribuição própria. “O objetivo é fomentar a atividade, dar o aconselhamento seja na parte patrimonial, jurídica ou de investimento. E, mais que isso, conectar gerações em cima de um propósito.”

O executivo cita que o banco não busca, necessariamente, ganhar dinheiro com isso, mas trazer conhecimento e adaptar a experiência internacional para famílias que queiram fazer o investimento. Não que seja uma operação “pro bono”, esclarece, mas quando chegar no momento da gestão dos recursos a ideia é ter preços competitivos. Monteiro explica que a estrutura de captação de recursos pode ser feita por meio de um fundo ou via carteiras administradas. Uma fundação pode ser tanto pessoa jurídica quanto física e a partir daí se define a governança.

Os recursos patrimoniais não precisam ser só financeiros. Ativos imobiliários e até obras de arte podem compor o colchão inicial, com o rendimento dos aluguéis alocados para estruturar o endowment, por exemplo.

Com um orçamento de R$ 125 milhões para o ano que vem, o comitê financeiro da Liga Solidária – antiga Liga das Senhoras Católicas de São Paulo – estuda o melhor formato para constituir o seu endowment, diz a presidente da entidade, Rosalu Queiroz. Ela conta que a organização tem os recursos obtidos com a venda de imóveis doados para eventualmente aportar num fundo patrimonial. Com as contas já auditadas pela KPMG, a ideia de ter um novo guarda-chuva, com governança similar à da iniciativa privada, é para evoluir para os investimentos de impacto.

“Para fazer coisas novas sem depender das políticas públicas, tem que ter um funding maior, mesmo que comece pequeno”, afirma Rosalu. “Ao dar foco no investimento de impacto podemos atrair outro tipo de investidor.” O conceito de investimento de impacto supera o da filantropia, pois quem coloca os recursos em determinado projeto espera resultados para a comunidade e também financeiros.

Com R$ 150 bilhões em gestão de fortunas e cerca de R$ 40 bilhões em fundos exclusivos, o BTG será o gestor do endowment da PUC-Rio. Segundo Rogerio Pessoa, sócio responsável pela área de wealth management do banco, no futuro, os endowments podem ser um filão para os bancos no Brasil.

“Vamos gerir os recursos como fazemos como os outros clientes e seguir as regras do suitability [análise do perfil de risco]. Na PUC, o endowment atualmente nos pede uma cultura super conservadora e limitada no começo”, afirma. Assim como a gestão de fortuna de uma família, o banco vai perseguir certo nível de rentabilidade, e com restrição de produtos e setores, exemplificou.

Depois que o marco legal para os fundos patrimoniais foi instituído, já há mais curiosidade sobre o tema, diz a advogada da área do BTG, Carolina Chao. “A lei é relativamente nova e ainda tem muito cliente pesquisando o assunto, entendendo se a lei se enquadra no que ele quer”. Entre os potenciais clientes estão universidades, fundações e famílias.

Lá fora, os endowments são estruturas financeiras robustas como o da Universidade de Harvard (EUA), com quase US$ 40 bilhões, o da Universidade de Stanford (US$ 25 bilhões), ou a Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal), com US$ 2,5 bilhões. Na França, após a aprovação de lesgilação específica em 2008, mais de 200 fundos filantrópicos foram criados, como o do Museu do Louvre. No Brasil, os fundos patrimoniais mais relevantes são estruturas autossustentáveis ligadas a bancos, como o da Fundação Bradesco (R$ 45 bilhões), a Fundação Itaú Social (R$ 2,4 bilhões), ou o Instituto Unibanco (R$ 2,2 bilhões), segundo mapeamento do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis).

Pioneiro no Brasil e criado antes da lei dos Endowments, o fundo patrimonial Amigos da Poli, que capta doações e aplica os recursos em projetos na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), tem hoje R$ 30 milhões sob gestão. Inicialmente, os recursos começaram a ser geridos por meio de uma carteira administrada e já evoluíram para um fundo exclusivo.

Um comitê de investimentos formado pelos gestores Luis Stuhlberger, da Verde Asset Management, Luis Soares, da Nucleo Capital, e Guilherme Affonso Ferreira, da Bahema Participações, define a estratégia dos fundo. “Migramos para uma estrutura de fundo exclusivo com alocação um pouco menos conservadora. Já temos um percentual em ‘equity’ [renda variável] e estamos procurando novas alternativas, sofisticando um pouco mais as classes de ativos”, diz o diretor-presidente do fundo patrimonial Amigos da Poli, Lucas Sancassani. Criado em 2012, o fundo tem 4.500 doadores.

O Amigos da Poli foi estruturado como uma organização não governamental (ONG) e tem 154 voluntários. Apenas a gerente-executiva é a única funcionária contratada. “Não podíamos usar o dinheiro do fundo com custeio, focamos em uma estrutura com custo baixo”, afirma. O objetivo é ter mais funcionários quando atingir o patamar de R$ 100 milhões, valor que deve ser alcançado em 10 anos. Em 2015, o patrimônio era de R$ 5,3 milhões e sextuplicou em quatro anos.

Por seu pioneirismo, o Amigos da Poli já foi procurado por mais de 50 instituições interessadas em formar os seus próprios endowments. Passou a reuni-los a cada 45 dias em sua sede para dar informações e palestras sobre o tema. “Os bancos estão começando a tatear este mercado agora. Não só os bancos, mas a sociedade está se preparando para acolher este modelo financeiro”, afirma Sancassani. “O mecanismo por trás do endowment possibilita que entreguemos para as gerações futuras algo melhor do que recebemos. Ele é perpétuo para que sempre as próximas gerações possam receber algo melhor.”

 

 

Fonte:
https://valor-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/valor.globo.com/google/amp/financas/noticia/2020/01/07/bancos-comecam-a-criar-estruturas-para-endowments.ghtml

Museu do Ipiranga realiza primeiro evento público no aniversário de São Paulo

Festival acontece no dia 25 de janeiro e terá oficinas, palestra sobre arte de rua e pintura ao vivo dos tapumes da reforma. Museu está fechado desde 2013 por problemas estruturais.

Um festival de arte urbana, com grafite ao vivo e shows, deve marcar o aniversário de São Paulo no primeiro evento público na data organizado pelo Museu Paulista, conhecido como Museu do Ipiranga. O museu está fechado para reforma desde 2013, mas as obras só começaram em outubro de 2019. O evento acontece no dia 25 de janeiro, a partir das 10h.

(G1 errou ao informar que o evento seria o primeiro aberto ao público desde o fechamento do museu em 2013. A informação incorreta foi passada pela assessoria de imprensa do Museu Paulista da USP. Na realidade, trata-se do primeiro evento para comemorar o aniversário de São Paulo no local e o primeiro desde o início das obras de restauro, em outubro de 2019. A informação foi corrigida às 13h45.)

Os 219 metros de tapumes que protegem a fachada do museu em obras serão grafitados por 35 artistas. A área em reforma seguirá fechada para visitantes, mas o auditório do museu vai receber uma palestra sobre arte de rua com o curador Baixo Ribeiro.

Haverá ainda DJ, shows de bandas de rock paulistanas, oficina de grafite para crianças e adultos e barraquinhas de comidas variadas espalhadas por um food park (confira abaixo a programação completa).

Esta é a primeira atividade pública do museu desde que iniciou, em outubro do ano passado, suas obras de restauro depois de seis anos fechado. A expectativa é que ele seja reaberto ao público em setembro de 2022, no bicentenário da Independência do Brasil. A obra deve custar cerca de R$ 160 milhões.

Tapumes da obra do Museu do Ipiranga serão pintados por grafiteiros — Foto: José Rosael da Silva/Divulgação Museu Paulista

Tapumes da obra do Museu do Ipiranga serão pintados por grafiteiros — Foto: José Rosael da Silva/Divulgação Museu Paulista

Conexão com o bairro

O festival no aniversário de São Paulo marca o início de uma série de ações cujo propósito é revitalizar os laços do museu com o bairro e a cidade, segundo a diretora do Museu Paulista, Solange Ferraz de Lima.

“Acreditamos que as atividades culturais são a melhor maneira para estabelecer um canal de comunicação com o público”, afirma. “O Museu do Ipiranga está trabalhando não apenas para recuperar um valioso patrimônio histórico, mas para se aproximar mais da sociedade.”

A escolha dos grafiteiros convidados para ilustrar os tapumes da obra foi feita por Gustavo Cortelazzi, arista morador do Ipiranga também conhecido como Verde. Nomes de destaque da arte urbana como Binho, Chivitz, Minhau, Vermelho, Salmos, Kueia, Pas, Ronah, Pardal e Tikka estão entre os participantes do evento que vão ilustrar os tapumes ao longo do dia.

Além da pintura em tempo real, a programação inclui duas oficinas de grafite, uma para adultos, com o próprio Verde, e outra para crianças, com o artista Guilherme Matsumoto.

Grafiteira Tikka, uma das participantes do Festival Tapume, que celebra o Aniversário de São Paulo — Foto: Divulgação/Museu Paulista

Grafiteira Tikka, uma das participantes do Festival Tapume, que celebra o Aniversário de São Paulo — Foto: Divulgação/Museu Paulista

Reforma do museu

Fechado em 2013 por problemas de conservação no edifício, o Museu Paulista está, desde 1963, sob a administração da Universidade de São Paulo (USP). O espaço que conta a história da Independência do Brasil vai passar por uma grande reforma depois que foram constatados grandes problemas em sua estrutura.

Projeção de como ficará o Museu do Ipiranga após reforma — Foto: Divulgação/USP

Projeção de como ficará o Museu do Ipiranga após reforma — Foto: Divulgação/USP

Na época em que foi fechado, quase sete anos atrás, o prédio de arquitetura neoclássica de 1892 apresentava problemas estruturais como diversas rachaduras e umidade por trás da tinta plástica que não deixa as paredes respirarem. As paredes internas, de tronco de palmeira juçara e argamassa, estavam se desmanchando.

Projeção de como será o acesso do subsolo ao hall principal do Museu do Ipiranga — Foto: Divulgação/USP

Projeção de como será o acesso do subsolo ao hall principal do Museu do Ipiranga — Foto: Divulgação/USP

projeto de restauro prevê uma nova ocupação do museu, com mais 5 mil m² de área para exposições e atividades culturais. A modernização prevê ainda um novo auditório, um café com loja de souvenires e um mirante. O objetivo é triplicar a capacidade anual de visitação, passando dos 300 mil registrados em 2013 para 900 mil visitantes por ano.

A reforma do museu deve remover 76 árvores de espécies nativas, como Tapiá, Ipê-amarelo e Embaúba. Segundo a empresa responsável pela obra, 34 delas já estão mortas. O manejo é necessário porque envolve áreas que vão ser receber novas edificações. Como compensação ambiental, o Parque da Independência deve receber 220 mudas.

Confira a programação completa:

Tapume! Festival do Graffiti para o Novo Museu do Ipiranga

Data: 25 de janeiro de 2020, das 10h às 19h
Endereço: Avenida Nazaré (entre a rua dos Patriotas e a rua Conde Vicente de Azevedo)

  • Das 10h às 19h – Ação com os grafiteiros: pintura dos tapumes da obra com 35 grafiteiros
  • 10h – Palestra: Arte Urbana no Século XXI com Baixo Ribeiro, curador de arte e fundador da Choque Cultural
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    50 vagas | 60min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/B5tsoGHxVx7cV37S9
  • 11h30 – Oficina de graffiti para adultos iniciantes com o grafiteiro Guilherme Matsumoto (XguiX)
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    20 vagas | 60 a 90min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/B7NbvNsgqcuTBMhM7
  • 15h – Oficina de graffiti para crianças de 8 a 14 anos com o grafiteiro Verde
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    20 vagas | 60 a 90min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/5TthwERngEnCfMJz5

Programação musical:

  • 10h – 14h – DJ Julio Torres
  • 14h – Festival Mad Riders (bandas Rockaholics, Hollywood Again, Maybe Mad e Ápice Rock).

 

 

 

Fonte:

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/01/15/museu-do-ipiranga-realiza-no-aniversario-de-sao-paulo-primeiro-evento-publico-desde-fechamento-em-2013.ghtml

Museu de Ilusões é inaugurado no Rio com cenários realistas em 3D

O Rio de Janeiro acaba de ganhar uma nova opção de lazer. Trata-se do Museu de Ilusões, que foi inaugurado nesta semana, na Urca, Zona Sul, bem ao lado da estação do Bondinho Pão de Açúcar.

A exposição, que passou pela Europa, Ásia e Estados Unidos, oferece cenários realistas em 3D que são de impressionar. O espaço tem 300 metros quadrados e 40 painéis desenhados à mão nas paredes por artistas plásticos nacionais e internacionais. Os únicos limites para a imaginação são a câmera do celular e o ângulo da foto.

Nas salas, os visitantes podem realizar fotos, com o próprio celular ou com o auxílio dos funcionários, que dão a impressão de se “entrar” nos cenários 3D que exaltam a cultura do Rio e da América Latina e também cenários de fantasia.

Nas paisagens 3D, é possível, por exemplo, sentir a emoção de jogar futebol no Maracanã lotado, voar de asa-delta pela cidade, surfar, se divertir com os pinguins da Patagônia, desfilar no Sambódromo em pleno o carnaval, subir ao topo do Pão de Açúcar e até sentar no ombro do Cristo Redentor.

A entrada custa R$ 66 (inteira) e o objetivo é atrair pessoas de todas as idades, lugares e nacionalidades diariamente, das 9h às 21h.

Quem esteve lá conferindo tudo foram os atores e modelos mirins e adolescentes Priscila Louise, Alice Hemery, Babi Lopes, Yasmin Giardino, Lu Magalhães, Henrique Paes, Giovanna Alvim, Lavínia Muniz, Paola e Giulia Cersosimo, Sofia Flórido, Giovanna Liberal, Thaís Oliveira, Giovana Mendes, Larissa Drummond, Elena Bomfim, Beatriz Souza, Manu Cozzolino e Manuela Videira marcaram presença na estreia e se divertiram muito. Uma experiência incrível e bem realista. Veja abaixo os registros divertidos da turma.

Serviço:

Endereço: Avenida Pasteur, 520, Urca, Rio de Janeiro

Funcionamento: Todos os dias, das 9h às 21h

Preço: R$ 66 (inteira) e R$ 33 (meia entrada).

Museu de Ilusões é inaugurado no Rio com cenários realistas em 3D
Museu de Ilusões é inaugurado no Rio com cenários realistas em 3D Foto: Divulgação
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divulgação

Fonte:
https://extra.globo.com/tv-e-lazer/museu-de-ilusoes-inaugurado-no-rio-com-cenarios-realistas-em-3d-24196344.html

Exposição gratuita em museu do Pelourinho reúne 30 fotografias sobre surgimento do carnaval na Bahia

Exposição gratuita 'Chame Gente' reúne 30 fotografias sobre o surgimento do carnaval no estado baiano em museu no Pelourinho — Foto: Divulgação

Exposição gratuita ‘Chame Gente’ reúne 30 fotografias sobre o surgimento do carnaval no estado baiano em museu no Pelourinho — Foto: Divulgação

A menos de um mês do carnaval em Salvador, o Museu Tempostal, no Pelourinho, reúne 30 fotografias sobre o surgimento da festa de rua mais popular do Brasil, no estado baiano. A mostra gratuita “Chame Gente” estreia na terça-feira (21), com abertura às 10h, e segue até 28 de março.

A exposição tem como objetivo de revisitar uma parte da história do da folia carnavalesca na Bahia, mostrar a importância cultural da festa, que se tornou elemento da cultura nacional, e apontar as mudanças que ocorreram no estado ao longo do tempo.

As imagens estão divididas nos temas: “Auge do carnaval das escolas de samba na Bahia”, “Os clubes vão para as ruas”, “O trio elétrico e suas origens” e “Carnaval hoje”.

Para os interessados, a exibição acontece entre terça-feira (21) a 28 de março, sendo terça a sexta, das 10h às 17h e sábado das 13h às 17h, no Museu Tempostal, que fica na Rua Gregório de Mattos, 33, no Pelourinho, na capital baiana.

Neste ano, o carnaval acontece entre os dias 20 e 25 de fevereiro, nos Circuitos Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande), Mestre Bimba (Em Amaralina) e Batatinha (Pelourinho), em Salvador.

Serviço

Exposição “Chame Gente”

  • Abertura: 21/01, às 10h
  • Visitação: até 28/03 – terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h
  • Entrada: grátis
  • Local: Museu Tempostal, que fica na Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho – Salvador (BA)

 

 

Fonte:
https://g1.globo.com/ba/bahia/carnaval/2020/noticia/2020/01/20/exposicao-gratuita-em-museu-do-pelourinho-reune-30-fotografias-sobre-surgimento-do-carnaval-na-bahia.ghtml